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FSM: Primeiras AtividadesA abertura do Fórum Social Mundial foi marcada por manifestações políticas e culturais
A abertura do Fórum Social Mundial foi marcada por manifestações políticas e culturais, na última terça-feira (24 de janeiro). Nesta sexta edição do FSM, a maior bandeira é o antiimperialismo, simbolizado pelo projeto político dos EUA. Após cinco anos de luta contra o neoliberalismo, as organizações sociais querem avançar nas discussões, alterando a pauta dos debates de acordo com a nova conjuntura política da América Latina. Após a tradicional Marcha de Abertura, oito mil pessoas – segundo o Corpo de Bombeiros - participaram do Ato Cultural. O evento contou com a presença de reconhecidos músicos e ativistas do movimento antibélico e antiimperialismo de várias partes do planeta. Além de expressões artísticas venezuelanas,houve apresentações e depoimentos de representantes de outros países. O Brasil foi representado pela Orquestra Casa Talento Petrobras, do Rio Grande do Norte. Estima-se que, nesta sexta edição do FSM, a cidade de Caracas (Venezuela) receba 100 mil pessoas. A previsão é que se realize 2 mil atividades. O Fórum está sendo um ponto de encontro entre pessoas que acreditam que "Um outro mundo é possível". A idéia é que conferências, oficinas, debates e exposições sejam oportunidades para a construção de propostas que promovam outra lógica capaz de apontar alternativas aos problemas do mundo. ESPAÇO BRASIL – As atividades do Espaço Brasil também já tiveram início. Numa tenda de 300m², há mostras de documentários sobre a história do Fórum Social Mundial (em suas cinco edições, reuniu um total de 340 mil pessoas),exposições fotográficas, apresentações multimídia, painéis interativos,entre outras ações. Vários participantes já visitaram o local. Dentre eles, autoridades do governo brasileiro e representantes de organizações sociais. "O Espaço Brasil é, sobretudo, um ponto de encontro e articulação", ressalta o coordenador de Tecnologias Sociais da Petrobras, Lenart Nascimento. |
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