|
|
Especialista mostra novas estratégias de inovação em sete paÃsesPesquisa sobre tendências mundiais da inovação analisou sete paÃses: EUA, Canadá, Irlanda, Finlândia, França, Reino Unido e Japão.
“A idéia não foi comparar os paÃses entre si, nem com o Brasil, mesmo porque cada um tem sua própria dinâmica”, explica Arbix. O foco central da pesquisa foi entender como esses paÃses conseguiram atingir um alto nÃvel de inovação e analisar se essas estratégias seriam adaptáveis ao Brasil. Segundo o professor, “tentamos captar tendências, não copiá-las”. Apesar das realidades dos sete paÃses serem bem diversas, a pesquisa chegou a cinco pontos em comum, no que se refere à s novas polÃticas de inovação: 1) cada um dos paÃses, à sua maneira, caminha para um novo paradigma, em que o conhecimento ocupa lugar central no desenvolvimento. Mais do que nunca, é possÃvel alcançar o desenvolvimento econômico e social investindo em inovação; 2) todos perseguem o aperfeiçoamento dos sistemas de inovação já existentes; 3) as empresas estão no centro das estratégias e atividades de pesquisa e desenvolvimento, e, por isso, é essencial que os empresários sejam capacitados para a inovação permanente, com auxÃlio das agências de inovação; 4) é evidente nos sete paÃses a grande pressão para que as universidades se adaptem à s mudanças. A idéia é que haja cada vez mais intercâmbio entre academia e empresas, mesmo em economias tradicionalmente mais liberais, como nos EUA; 5) mais cooperação e diálogo entre poder público e privado para mobilizar a construção de economias mais dinâmicas. No caso do Brasil, o professor vê como uma das principais necessidades de mudança rumo à inovação a montagem de um sistema de redes, à semelhança do modelo francês de pólos de competitividade formados por centros de pesquisa e empresas privada, em que o estado entra com fomento, capacitação e recursos. Presente à palestra, o Presidente da FINEP, Luis Fernandes, frisou a relevância do tema no momento em que a empresa passa pelo processo de seu novo Plano de Gestão Estratégica. “Cada vez mais, vemos a necessidade de nos tornarmos pró-ativos em relação aos nossos clientes e a capacitação é fundamental nesse processo”, disse Fernandes. O professor Glauco Arbix é membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e do Group of Advisors do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, além de Coordenador Geral do Observatório de Inovação e Competitividade de Estudos Avançados da USP. Fonte: Finep |
|||
|
Portal mantido por: IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Desenvolvido por: SCF Informática |
||||