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Entidades discutem caprinocultura e apicultura no SertãoOficinas nos municípios definem prioridades para os segmentos nos próximos três anos e promovem debate sobre necessidades dos produtores
28/03/2008 - Para levar inovações tecnológicas e gerenciais aos pequenos produtores rurais, o Sebrae na Paraíba realiza neste mês reuniões e oficinas relacionadas ao Projeto de Apoio a Programas Regionais Integrados e Sustentáveis da Cadeia da Ovinocaprinocultura (Aprisco) e Apicultura Integrada e Sustentável (Apis), no sertão. O objetivo das reuniões é construir com associações e instituições parceiras as ações prioritárias para o triênio 2008 a 2010. James explica que o projeto está inserido na metodologia Gestão Estratégica Orientada para Resultados (Geor), aplicada pelo Sebrae, que tem como foco ações concretas, objetivas e mensuráveis de análise. A Paraíba é um dos maiores produtores de leite caprino do país com uma produção que ultrapassa os 18 mil litros por dia. O projeto Aprisco tem como finalidade desenvolver, de forma sustentável, todos os segmentos da cadeia produtiva. Para isso, são trabalhadas ações de estímulo ao associativismo, cooperativismo, inserção de novas técnicas e melhoria na produção. Entre os parceiros do projeto estão o Sebrae/PB, Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Federação da Agricultura e da Pecuária na Paraíba (Faepa), Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Emater, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Prefeituras municipais e associações de caprinocultores. ACESSO AO MERCADO No projeto Apis, no Semi-Árido Paraibano, estão sendo discutidas estratégias voltadas à consolidação do mercado consumidor governamental e privado. Destinado a grupos organizados de pequenos apicultores e de micro e pequenas empresas do setor, o Apis se estrutura em três blocos de ação: articulação de parcerias, realização dos espaços Apis e promoção da cultura da cooperação. O projeto se divide em cinco pólos de atuação: Cajazeiras, Sousa, Catolé do Rocha, Patos e Monteiro que abrangem 300 produtores em 27 municípios do Sertão e Cariri. Para o gestor do projeto, Fabrício Vitorino, os produtores inclusos na iniciativa têm alcançado um nível maior de interação, com a troca de experiência e estimulo à produção. "Há casos em que um produtor compra mel de outras regiões para atender à demanda do mercado. A expectativa é de que a interação desses municípios aumente a organização do setor", diz o gestor. Entre os parceiros do projeto Apis estão a Federação e Fórum Paraibanos de Apicultura e Meliponicultura, Emater, UFCG, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sebrae, Ministério da Agricultura, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Secretária de Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca do Estado, associações e Colegiado de Desenvolvimento Territorial (Codeter) - Médio Sertão. |
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