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Bioplástico pode ser a nova fonte de riqueza do agronegócio


Produto feito a partir de mandioca, cana-de-açúcar, milho e batata pode substituir os plásticos à base de petróleo.

Foto:ASN
Bioplastico.jpg
 

18/03/2009 - Os bioplásticos, feitos a partir de mandioca, cana-de-açúcar, milho e batata, podem substituir os plásticos à base de petróleo nos próximos 20 anos. A produção desses materiais também deve fortalecer a atividade de agricultores do País com a criação de mais um nicho de mercado.

"Da mesma forma que hoje temos usinas de biodiesel, teríamos agroindústrias de bioplástico. É importante destacar que não se trata de uma indústria que irá competir com os alimentos. Por exemplo, a mandioca usada para novos materiais é a brava, que não serve para o consumo. Além disso, haveria aumento de produtividade e ganhos para o agricultor", explica o empresário João Carlos de Godoy Moreira, da Biomater Eco-materiais, empresa incubada no Centro de Desenvolvimento de Indústria Nascentes (Cedin) em São Carlos (SP), que já produz bioplástico.

A substituição do plástico sintético por biodegradáveis é lucrativa também para o meio ambiente. Para cada quilo de plástico produzido com petróleo, há a emissão de dois a quatro quilos de carbono. Ao contrário, na produção de bioplástico, cada quilo do produto seqüestra de quatro a seis quilos de carbono da atmosfera.

As vantangens continuam: enquanto o plástico sintético demora de 200 a 400 anos para se degradar, os materiais e embalagens biodegradáveis e compostáveis se decompõem em até 18 semanas. Os biodegradáveis também se transformam em adubo juntamente com o lixo orgânico.

Mercado

Com os biomateriais, é possível confeccionar embalagens e artigos para diversos segmentos da economia, como alimentos, cosméticos, médico-farmacêutico, automobilístico, eletroeletrônicos, agricultura, têxtil. "Um uso interessante é como embalagem de produtos orgânicos. Uma forma de completar o conceito de produto benéfico ao meio ambiente", diz.

Segundo João Carlos, esse é um mercado que deve ser considerado por agricultores e indústrias. Trata-se de uma indústria que ainda está na fase da infância. Há 300 empresas no mundo, e a produção chega a 500 mil toneladas ao ano. "É um mercado ainda pequeno quando comparado com as 200 milhões de toneladas ao ano de plástico sintético produzidos no mundo por ano", destaca. Só o Brasil produz 8 milhões de toneladas de plástico derivados do petróleo no ano.

"O mercado dos biodegradáveis é um negócio que vai crescer muito e a transição deve ocorrer nos próximos 20 anos. É uma indústria que já cresce, no mundo, à taxa de 20% ao ano", diz o empresário João Carlos.

No Brasil há cinco empresas que já produzem biodegradáveis, e está em processo de formação a Associação Brasileira da Indústria de Polímeros Biodegradáveis Compostáveis (Abicom). "A idéia da associação é trabalhar em políticas públicas para que sejam criadas legislação, políticas governamentais para apoio à pesquisa e o desenvolvimento desse mercado", completa.

O assunto será tema de palestra durante evento interno do Sebrae: o Seminário Inovação no Agronegócio, que será realizado em Brasília nos dias 18 a 20 de março.

Por Giovana Perfeito, da Agência Sebrae de Notícias

- - - - - - INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - - - - -

Enviado por Usuário Anônimo em 19/03/2009 16:52
Caros colegas de REDES, GRUPOS e todos os demais,

No período de 05 de março de 2009 até 02 de junho de 2009 estarão abertas as INSCRIÇÕES BÁSICAS para participação direta no PROJETO SITIMI e na RPPS- REDE DE PARCEIROS DO PROJETO SITIMI para as modalidades de A) PARCEIRO REPRESENTANTE, B) COLABORADOR, C) PESSOA FÍSICA e D) PATROCINADOR.

Oferecemos inúmeras oportunidades para ONGs e semelhantes, empreendedores sociais, empresas de variados ramos e para pessoas.

No Projeto Piloto, de R$ 10 milhões, serão atendidas cerca de 60 mil famílias, quase 276 mil pessoas, nos 1.133 municípios dos 09 estados oficiais da Região do Semiárido Brasileiro-RSAB-: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e norte de Minas Gerais.

Cerca de 2.500 ONGs e semelhantes e 5.000 empresas dos mais variados ramos serão selecionadas para atuar em conjunto com o PROJETO SITIMI.

O PROJETO SITIMI é um projeto brasileiro, de empreendedorismo social e ambiental, integrador, inovador, laico e suprapartidário, sem fins lucrativos, auto-sustentável, destinado a Região do Semiárido Brasileiro -RSAB- e outras regiões do Brasil e do mundo com problemas semelhantes de escassez de água.

O objetivo é levar às Famílias Beneficiárias o PROJETO SITIMI - SISTEMA INOVACHUVA TECNOLOGIAS INOVADORAS E METODOLOGIAS INÉDITAS para Captação, Manejo e Gerenciamento de Água da Chuva e capacitá-las a utilizá-lo, replicando-o e popularizando-o em toda a Região do Semiárido Brasileiro.

Veja o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO, de fácil e rápido preenchimento e mais informações que estão no site da RPPS - REDE DE PARCEIROS DO PROJETO SITIMI:

http://br.groups.yahoo.com/group/RPPS-PROJETO-SITIMI/

e também nos links do site da MetaOng:

http://www.metaong. info/node. php?id=1201

http://www.metaong.info/node.php?id=1201

http://www.metaong.info/node.php?id=1183

Solicitamos a gentileza de reenviar este comunicado aos demais interessados, especialmente da Região Nordeste.
Como se sabe, o nordestino brasileiro,pode ser encontrado em qualquer lugar do mundo. Até se costuma dizer: "cearense tem em todo lugar, até na China!" Então, podemos reenviar esta mensagem a todos os amigos, parentes, colegas de trabalho, conhecidos, vizinhos, ONGs, governos, empresas e certamente logo chegaremos aos interessados. Contamos com você! !Seja solidário!

Cordialmente,

Eduardo Monte
PROJETO SITIMI
RPPS - REDE DE PARCEIROS DO PROJETO SITIMI.

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