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Agroecologia no Semi-ÁridoO evento contou com painéis, rodas-de-diálogo, oficinas temáticas e debate sobre as políticas públicas para a agricultura familiar, além de uma feira agroecológica e solidária.
Segundo Cristina Nascimento, coordenadora do Eixo Terra, Água e Ecologia do Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra), a segunda edição do ETA abriu portas para o diálogo com o segmento do poder público, tanto no debate sobre construção do conhecimento agroecológico, quanto nas visitas às áreas de agricultores/as agroecológicos. “Numa rápida avaliação, podemos dizer que o encontro, pela sua repercussão no território, foi um momento rico de intercâmbios, troca de experiências e, sobretudo, em expressão de formas sustentáveis de manejo da agricultura familiar”.
Durante o encontro, foram realizadas trocas de experiências entre agricultores/as, além de visitas ao quintal agroecológico, sistemas agroflorestais, unidades de criação de galinha caipira e horticultura orgânica, mandalas, barragem subterrânea e cisternas de placa. O evento contou ainda com painéis, rodas-de-diálogo, oficinas temáticas e debate sobre as políticas públicas para a agricultura familiar, além de uma feira agroecológica e solidária. No último dia, os/as participantes puderam conferir a experiência do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e a exposição da Companhia Nacional de Abastecimento de Alimentos (Conab). Outras Informações: Por Cláudia Mohn – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) Colaboração: Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra) |
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