|
|
Construção coletivaA Plataforma de Gestão do Conhecimento, que será lançada até abril deste ano, é a principal aposta da RTS para intensificar a produção e sistematização de informações sobre Tecnologias Sociais no âmbito da Rede. Hospedado no Portal da RTS, o espaço disponibilizará um banco permanente de TSs e um novo ambiente para redes sociais, além de ferramentas de colaboração e construção coletiva do conhecimento.
“Percebemos que a comunidade virtual é importante, mas faltava outra ferramenta que disponibilizasse informações sobre Tecnologias Sociais para todos”, conta a animadora de redes da RTS, Isabel Miranda. Na prática, explica, a Plataforma permitirá a criação de um ambiente único capaz de reunir informações básicas sobre determinada Tecnologia Social, detalhamentos constantemente atualizados sobre seu processo de reaplicação e comunidades dedicadas a aprofundar as discussões sobre estas tecnologias. A ferramenta está sendo desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI), que também é instituição associada à RTS. “Assim não teremos um banco de tecnologias sociais estático. Caberá às próprias instituições atualizar as informações sobre o processo de reaplicação”, diz. Para isso, a Plataforma contará com um espaço para que pessoas e instituições da RTS disponibilizem seus conhecimentos sobre a reaplicação de Tecnologias Sociais de forma sistematizada. Base de dados A base de dados da Plataforma, lembra Isabel, estará agrupada por categorias. Entre elas estão temas como Recursos Hídricos, Segurança Alimentar e Nutricional, Geração de Trabalho e Renda, Microfinanças, Saneamento, Moradia, Educação, Saúde, Tecnologias Assistivas e Juventude. Cada TS incluída na Plataforma trará informações básicas como o principal problema enfrentado pela Tecnologia Social, o passo-a-passo para aplicação e a descrição dos ambientes mais favoráveis para a multiplicação da experiência. Quando o assunto for a reaplicação da TS, cada instituição envolvida na multiplicação daquela experiência poderá postar as informações diretamente na Plataforma. Para isso, terá que preencher um formulário em que especifique onde foi feita a reaplicação, quantas famílias foram beneficiadas pela reaplicação daquela TS, quais os resultados alcançados, o volume de investimentos realizado e se houve alguma inovação incrementada à TS no processo de reaplicação, entre outras informações. Entre as Tecnologias Sociais já registradas na ocasião de lançamento da Plataforma estarão o sanitário compostável Húmus Sapiens, o fogão ecoeficiente, o Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC), o ensino de matemática para deficientes visuais, o aproveitamento sustentável da rama da mandioca e da manipueira, o Pais, o aproveitamento total do coco babaçu e as tecnologias de captação de água de chuva para a produção de alimentos - Tanque de pedra (caldeirão), Barragem subterrânea, Cisterna calçadão e Barreiro trincheira. “O usuário não será um ator passivo. Ao contrário, ele será estimulado o tempo todo a fazer uploads e participar ativamente”, explica Saulo Barreto, pesquisador do IPTI. Para isso, avisa, um dos principais desafios será consolidar um conjunto básico de valores e governança capaz de garantir a horizontalidade da Plataforma e a boa convivência entre os participantes. Entre as ferramentas que os internautas terão à disposição estão conferências online (chat/VoIP); ambientes de publicação de vídeos, áudio, imagem e textos e a classificação dos conteúdos via tags. Além disso, a Plataforma trará um mecanismo baseado em algoritmos matemáticos e estatísticos capaz de analisar as interações entre os usuários da rede. O resultado destas análises será visualizado através de sociogramas e permitirá à RTS ter um conhecimento mais detalhado sobre a evolução da própria Plataforma. “Quem fala mais e com que intensidade? Quem são aquelas pessoas com maior centralidade na Rede? Isso não é algo que a RTS vai definir. Será a própria dinâmica da Plataforma”, conclui Saulo. Monitoramento Também em 2009 entrará no ar o Sistema de Monitoramento e Avaliação da Rede de Tecnologia Social (Smarts). O objetivo da ferramenta, desenvolvida pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (Forproex), será identificar os principais resultados das Tecnologias Sociais reaplicadas no âmbito da Rede e avaliar seu potencial de reaplicação e difusão. “O tipo de informação que será monitorada é quantitativa e qualitativa e refere-se aos resultados (eficiência, eficácia e efetividade) que estão sendo alcançados pelos projetos de reaplicação financiados pela RTS”, explica Vanessa Brito, técnica da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que integra a equipe Smarts. Em termos de classes de informação, avisa, o sistema permitirá acessar, para cada TS, categorias como mobilização e participação comunitária; difusão e articulação; e monitoramento e avaliação.
Outras Informações Por Vinícius Carvalho, jornalista do Portal da RTS. Projeto Sitimi
Enviado por
Usuário Anônimo
em
24/02/2009 17:29
Olá,
Estou no Território da Cidadania do Alto sertão de Alagoas. Participo da CIAT, articulação de oito municípios: Piranhas, Olho D'Água do Casado, Delmiro Gouveia, Pariconha, Água Branca, Inhapi, Canapi e Mata Grande. Também estou articulada com outros municípios do Médio sertão: Senador Rui Palmeira, São José da Tapera, Carneiros e Olho D'Água das Flores. Todos sofrem com a seca e gostaria de conhecer o Projeto SITIMI. Sou associada do Instituto Palmas, OSCIP que trabalha com o desenvolvimento sustentável e foco especial na juventude. Fico aguardando informações sobre este projeto para análise da adequação no território e possível parceria. Muito grata, Anna Margarida de Lima e Silva Dir.Comunicação Instituto Palmas |
|||
|
Portal mantido por: IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Desenvolvido por: SCF Informática |
||||
CONVIDAMOS: Conheça os benefícios, faça parte, colabore !
- Rain Water -
- Agua de Lluvia -
SEJAM BEM-VINDOS !!! Oferecemos inúmeras oportunidades para empreendedores sociais e empresas de váriados ramos, para pessoas, ONGs e semelhantes.
O PROJETO SITIMI é um projeto brasileiro, de empreendedorismo social e ambiental, integrador, inovador, laico e suprapartidário, sem fins lucrativos, destinado a Região do Semiárido Brasileiro-RSAB- e outras regiões do Brasil e do mundo com problemas semelhantes de escassez de água.
No Projeto Piloto, de R$ 10 milhões, serão atendidas cerca de 60 mil famílias, quase 276 mil pessoas, nos 1.133 municípios dos 09 estados oficiais da Região do Semiárido brasileiro. Cerca de 2.500 ONGs e semelhantes e 5.000 empresas dos mais variados ramos serão selecionadas para atuar em conjunto com o PROJETO SITIMI.
Conheça os benefícios, faça parte, colabore. Escolha abaixo como entrar em contato conosco:
ÁGUA DA CHUVA NORDESTE, PROJETO SITIMI e RPPS-REDE DE PARCEIROS DO PROJETO SITIMIsão uma iniciativa integrada de ResponsabilidadeSocial, Ambiental, Econômica e Empresarial e tem o apoio do escritório:EDUARDO MONTE & CONSULTORES ASSOCIADOS - CONSULTORIA EMPRESARIAL
Rua Bolivar, 106 / 501 - Copacabana
Rio de Janeiro - RJCEP 22061-020
E-mail: inovatok@yahoo.com.brNing; http://projetositimi.ning.com
Yahoo Grupos: http://br.groups.yahoo.com/group/RPPS-PROJETO-SITIMI/ Orkut, buscar por: PROJETO SITIMI Voluntariado: http://portaldovoluntario.org.br/people/55255-projeto-sitimi---rpps Cel.: +55 21 9858-7928 (apenas para torpedos - SMS)