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Jacques Pena abre o II Seminário Fundação Banco do Brasil de Geração de Trabalho e Renda


19/08/2008 - O presidente da Fundação Banco do Brasil, Jacques Pena, abriu o II Seminário Fundação Banco do Brasil de Geração de Trabalho e Renda. Durante o evento de dois dias empreendedores sociais, parceiros e Fundação Banco do Brasil debatem aspectos de iniciativas sociais de geração de renda e trocam experiências.

Participaram da mesa de abertura, coordenada por Jacques Pena, o diretor Robson Rocha, da Diretoria de Menor Renda do Banco do Brasil, o diretor Marcus Vinicius Villarin, da Articulação Governamental do Ministério do Desenvolvimento Social e do Combate à Fome e Fernando Kleiman, chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego. No plenário, 264 representantes de empreendimentos solidários, de diferentes regiões do país, receberam as boas-vindas dos integrantes da mesa.

Jacques Pena lembrou que a atuação social da Fundação Banco do Brasil, nos últimos anos, vêm dando significativa ênfase a empreendimentos de geração de trabalho e renda, e destacou a importância da estratégia de parcerias: "Cada um de nós aqui sabe que só foi possível alcançar os objetivos que nós colocamos por causa das parcerias".

O presidente acredita que o Brasil tem conseguido realizar um processo de geração de renda na base da pirâmide e expressou otimismo com os atuais índices de mobilidade na sociedade onde mais de vinte milhões de brasileiros saltaram de um nível de exclusão para a inclusão social, aferidos por pesquisas que mostram a mudança do seu patamar de renda. "O II Seminário é a oportunidade de enriquecer experiências e compartilhar percepções, para projetar o futuro de nosso trabalho", finalizou Jacques Pena.

Fernando Kleiman, representante da Secretaria Nacional de Economia Solidária, ressaltou que somos todos parceiros na construção de um outro Brasil, "um Brasil diferente". Segundo Kleiman, o maior desafio é garantir o direito, historicamente negado, do acesso aos recursos do Estado para as classes menos favorecidas. "A Fundação é um dos nossos mais importantes parceiros, fazendo o papel de ampliar e permitir políticas públicas para a sociedade", declarou.

Robson Rocha, por sua vez, afirmou que o Brasil vive um movimento virtuoso, com a criação de 9,4 milhões de postos de trabalho. "Hoje existe um "nós" fazendo esse trabalho de geração de renda e essas experiências bem sucedidas são pequenos movimentos que vão contagiando o país".

Por Cláudia Moreira
Fonte: Fundação Banco do Brasil

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