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Brasília, 20 de novembro de 2007 - Ano 03 - Nº 25 |
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Prezado/a leitor/a As Tecnologias Sociais estão ganhando cada vez mais espaço na sociedade brasileira. Iniciativas como o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social e o Prêmio Finep de Inovação Tecnológica colaboram para que experiências bem sucedidas, nas áreas de trabalho, educação, cultura, saúde etc. tenham visibilidade. Nesta edição do “Notícias da Rede”, damos espaço para as oito TSs vencedoras do Prêmio Fundação BB – Edição 2007, cuja vitória final foi anunciada dia 12 de novembro. Também estamos divulgando os cinco projetos vencedores regionais da categoria “Inovação Social” do Prêmio Finep de Inovação Tecnológica, cuja etapa final acontecerá em Brasília, no mês de dezembro. Este informativo eletrônico traz, ainda, uma entrevista com o coordenador Executivo da Rede GTA - Regional Rondônia, Silvanio de Matia Gomes, sobre o Seminário e a Oficina de Certificação Socioparticipativa de Produtos Agroextrativistas, realizados em Porto Velho, de 7 a 11 de novembro. Na seção Artigo, a diretora executiva da Abong e integrante do Comitê Coordenador da Rede de Tecnologia Social, Aldalice Otterloo, faz reflexões sobre Pessoas e Comunidades Produtoras de Conhecimento e Desenvolvedoras de Tecnologias. Boa leitura! |
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Dia 12 de novembro, foram anunciados, em Brasília, os oito vencedores do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2007. Do total de 782 inscrições, 120 práticas foram certificadas e 24 concorreram à final. A inovação, a exemplaridade, a transformação social e o potencial de reaplicabilidade foram os critérios utilizados no julgamento. Todas as 24 Tecnologias Sociais finalistas receberam o troféu de “Finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social – Edição 2007” e cada instituição vencedora ganhou R$ 50 mil. Os recursos deverão ser destinados a atividades de expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da Tecnologia Social premiada. A premiação é concedida, a cada dois anos. Durante a cerimônia desta quarta edição do Prêmio, o presidente da Fundação Banco do Brasil (FBB), Jacques Pena, lembrou que “há quase uma década, a instituição entendeu que trabalhar com Tecnologias Sociais era a forma correta de dar continuidade às ações da Fundação”. A quarta edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social foi realizada em parceria com a Petrobras, com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e da KPMG Auditores Independentes. O representante da Unesco no Brasil, Vicent Defourny, destacou a importância das parcerias entre as instituições, conforme recomendações dos Oito Objetivos do Milênio, estabelecidos pelas Nações Unidas. Ele ressaltou, ainda, o desempenho competente do Comitê do Prêmio, responsável pela escolha das Tecnologias Sociais vencedoras, pois esse “tem sido muito exigente em sua análise”. Por sua vez, o gerente setorial de comunicação da Região Norte/Nordeste/Centro-Leste da Petrobras, José Samuel Magalhães, anunciou que a empresa continuará apoiando práticas de Tecnologias Sociais. “Isso nos deixa com mais responsabilidade perante a sociedade”, afirmou.
Na data de divulgação dos vencedores, representantes das 24 iniciativas finalistas passaram o dia reunidos em Brasília, trocando experiências. Ao final, plantaram sementes da arvore de baru, castanha típica do Cerrado, simbolizando a preocupação com a região. O ato foi uma homenagem a esse bioma. A decoração e as atrações culturais da cerimônia de entrega do Prêmio também foram inspiradas no Cerrado.
VENCEDORES - O vencedor da categoria Região Sudeste foi o projeto Bairro-Escola, desenvolvido pela Prefeitura de Nova Iguaçu e que permite a oferta, em horário integral, de atividades no contra-turno escolar. O projeto Policultura no Semi-Árido, realizado pelo Instituto de Permacultura da Bahia, foi o ganhador da Região Nordeste e funciona com a implantação de policultivos em pequenas propriedades agrícolas, onde são manejados grãos, hortaliças, leguminosas, árvores frutíferas e lenhosas junto à criação de abelhas nativas e animais para consumo e venda. A Tecnologia Social vencedora da Região Sul foi Silagem de Colostro, desenvolvida pela Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ascar/Emater-RS) para armazenar o excedente do colostro, que serve para alimentar bezerras. Na categoria Região Centro-Oeste, o ganhador foi o projeto Agroextrativismo Sustentável da Favela, realizado pelo Centro de Desenvolvimento Agroecológico do Cerrado (Cedac), de Goiânia/GO, para promover a implementação do manejo sustentável e o domínio sobre a cadeia da comercialização do fruto denominado favela, também conhecida como faveira, barbatimão ou fava d’anta. O projeto Encauchados de Vegetais da Amazônia, que resgata técnica indígena de fabricação da borracha, foi o ganhador da categoria Região Norte. Nas categorias “Aproveitamento/tratamento de rejeitos/resíduos/efluentes de processos produtivos”, “Direitos da Criança e do Adolescente” e “Gestão de Recursos Hídricos”, os vencedores foram, respectivamente: Óleo Vegetal Usado como Biocombustível, do Instituto Morro da Cutia de Agroecologia (Imca); Monitoramento do Orçamento Criança, do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará (Cedeca/CE); e Projeto Córrego da Serra, desenvolvido pelo Colégio Estadual Raimundo Santana Amaral. Clique aqui para acessar dados detalhados sobre as iniciativas vencedoras do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Clique aqui para acessar fotos das iniciativas vencedoras.
Outras Informações
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Os vencedores nacionais do Prêmio Finep de Inovação Tecnológica serão anunciados em Brasília, dia 12 de dezembro. A iniciativa visa estimular os esforços inovadores de empresas, cooperativas e instituições de ciência e tecnologia que geram resultados positivos para a sociedade brasileira. Os/as candidatos/as estão concorrendo nas seguintes categorias: “Inovação Social”, “Produto”, “Processo”, “Grande Empresa”, “Pequena Empresa” e “Instituição de Ciência e Tecnologia”. Na edição deste ano, houve um total de 732 propostas inscritas em todo o país. O Prêmio Finep possui etapas regionais, onde são escolhidos os vencedores de cada categoria. A última fase é de caráter nacional, quando são anunciados os primeiros lugares. Lançada em 2005, a categoria “Inovação Social” é julgada a partir dos critérios definidores de Tecnologias Sociais. Ano a ano, a modalidade está permitindo o mapeamento e a divulgação de projetos que contribuem para a promoção do desenvolvimento sustentável, no Brasil. INOVAÇÃO SOCIAL – O óleo vegetal usado como biocombustível foi vencedor regional, na região Sul, do Prêmio Finep de Inovação Tecnológica – Categoria Inovação Social. Em Montenegro, município a 80 quilômetros de Porto Alegre, o Imca desenvolve atividades para a utilização integrada dos recursos naturais. Uma delas é o reaproveitamento do óleo de cozinha na produção de biocombustível. Por mês, cerca de 2.000 litros de óleo são reciclados, gerando aproximadamente 1.200 litros de combustível. A cada 15 dias, o óleo é recolhido em estabelecimentos comerciais do município. Com a proposta de incentivar a coleta receptiva, o Instituto mantém um posto que recebe o material entregue pela população. O Imca também faz a adaptação de motores a diesel para o uso do biocombustível, por meio da instalação gratuita de um sistema. Em parceria com a Rede Ecovida de Agroecologia, agricultores de Lajes, em Santa Catarina, e Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, já têm veículos adaptados para utilização do óleo de cozinha como combustível. Já na Região Sudeste, o primeiro lugar na categoria Inovação Social coube à Embrapa Gado de Leite, de Minas Gerais. Diminuir a contaminação microbiana, melhorando a qualidade do leite e a oferta de produtos mais seguros para o consumo humano é o objetivo do projeto desenvolvido pelo Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Leite da Embrapa. O instituto lançou, em julho deste ano, o Kit Embrapa de Ordenha Manual, que ensina, aos pequenos produtores, medidas simples e de fácil compreensão. A Embrapa realiza treinamento para utilização do Kit a fim de orientar os pequenos produtores sobre a obtenção do leite com baixas contagens bacterianas.
Em Pirenópolis/GO, a preocupação do Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado é aproveitar os potenciais da natureza e evitar o desperdício de água. Foi com a Tecnologia Social denominada Húmus Sapiens que o Ecocentro Ipec ganhou o Prêmio Finep, na região Centro-oeste. Trata-se se um sistema sanitário integrado de aproveitamento dos dejetos humanos constituído de sanitários compostáveis e minhocários acoplados. Nos sanitários, os dejetos são lançados diretamente em câmaras de compostagem, sem o uso de água para a descarga. Esse composto é levado posteriormente para o minhocário onde é produzido o húmus, um adubo orgânico para a agricultura. Assim, o Húmus Sapiens fecha o ciclo da natureza sem agredir o meio ambiente, poupando anualmente milhares de litros de água tratada. Além dos recursos hídricos, a produção de flores foi tema de premiação na iniciativa da Finep. Na Região Nordeste, no município de Pilões, a 140 quilômetros de João Pessoa, 21 mulheres aumentaram sua renda média mensal em mais de 250% plantando flores. Se antes elas recebiam R$ 200 por mês no corte da cana, hoje ganham até dois salários mínimos com a venda dos crisântemos de corte – flores sem raiz usadas na ornamentação de ambientes. Pioneiras no cultivo dessa planta, as integrantes da Cooperativa dos Floricultores do Estado da Paraíba (Cofep) desejam transformar o município no pólo de flores da Paraíba. Atualmente, há 38 estufas cobertas em uma área de cinco mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol. A cada semana, são colhidos de cada estufa aproximadamente 8.750 crisântemos. O pacote, com 25 flores, é vendido a R$ 12 na Paraíba e em Pernambuco. O próximo passo, que será dado em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB), é a construção de mais 26 estufas para produção de rosas, gérberas e folhagens. Na Região Norte, a iniciativa vencedora na categoria Inovação Social do Prêmio Finep é a série de produtos denominados “Encauchados de Vegetais”, desenvolvida pelo Pólo de Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais (Poloprobio).
Outras Informações Por Assessoria de Comunicação da RTS e Assessoria de Comunicação da Finep
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| Silvanio de Matias Gomes | |||||||||||||||
Dia 7 de novembro, foi realizado, em Porto Velho, Estado de Rondônia, o Seminário de Lançamento da Certificação Socioparticipativa. De 8 a 11, ocorreu a Oficina de Sensibilização para a Certificação Socioparticipativa. A iniciativa foi da Rede GTA, em parceria com a Ada Açaí e Rio Terra. Em entrevista à Assessoria de Comunicação da RTS, o coordenador executivo da Rede GTA - Regional Rondônia, Silvanio de Matia Gomes, conversou sobre os principais resultados e encaminhamentos dos encontros. RTS – Quais foram os objetivos do Seminário e da Oficina? No projeto que temos no âmbito da RTS, o resultado principal é construir os parâmetros básicos específicos de certificação socioparticipativa para a comercialização diferenciada dos produtos. Mas isso não dá conta de tudo. Será possível ter um documento que oriente a certificação. Será um documento indicativo para verificarmos se o processo está andando de acordo com os parâmetros e os acordos coletivos. Mas quem vai certificar? Então, além dos parâmetros, estamos implementando a estrutura estadual de certificação socioparticipativa. Em Rondônia, a certificação ficará sob a responsabilidade do Sistema Participativo de Garantia Folha Verde. Acreditamos que os outros Regionais do GTA deverão trabalhar nessa perspectiva. RTS - E o que é esse Sistema? O Conselho tem uma visão política porque deverá trabalhar a relação entre organizações da sociedade civil e instituições públicas, bem como os interesses individuais e coletivos. Será uma relação política, porém subsidiada pelo conteúdo técnico. A Câmara Técnica é responsável pela análise dos processos antes de serem encaminhados para o Conselho de Certificação. A Câmara de Recursos, como o próprio nome já diz, é o espaço, que a família cadastrada para o processo tem para recorrer, caso sinta-se prejudicada pela Comissão de Verificação ou Câmara Técnica. Na base, haverá a Comissão de Verificação, formada pelos agricultores técnicos das comunidades. Estão previstos trabalhos de capacitação, de fortalecimento de multiplicadores em agroecologia. Serão essas pessoas que, na comunidade, farão a verificação da conformidade. Essa Comissão fará visitas às unidades para verificar se estão sendo seguidos os acordos e parâmetros. RTS – Então, já há um fluxo previsto. Como estamos lidando com seres humanos, poderá haver rivalidade, conflito. Digamos que a Comissão de Verificação já tenha um conflito com determinado agricultor. Tal fato poderá atrapalhar a certificação. Se essa pessoa se sentir prejudicada, poderá acionar a Câmara de Recursos. Em seguida, organizações que pertencem à Câmara Técnica irão verificar a situação. Daí será chamado o Conselho de Certificação e visto o que está acontecendo na comunidade. Por fim, caberá à Comissão de Verificação passar um novo laudo à comunidade. Em Rondônia, o Sistema Participativo de Garantia Folha Verde é coordenado pela Associação de Desenvolvimento da Agroecologia e Economia Solidária (ADA – Açaí).
RTS – Voltando ao Seminário e à Oficina, algo deve ser destacado em relação à programação? RTS – Como a organização avalia a realização do Seminário e da Oficina? RTS – Quanto ao projeto de certificação socioparticipativa de produtos agroextrativistas, em andamento no âmbito da RTS, que ações já foram realizadas e quais serão os próximos passos? Em conjunto com o projeto de certificação, fizemos o diagnóstico das comunidades, levantando a situação ambiental, de saneamento, de saúde, de educação, de geração de renda. Estamos sistematizando essas informações. Também fizemos cursos de capacitação em agroecologia e, agora, o Seminário e a Oficina. Como disse anteriormente, na relação com a RTS o produto final é ter um documento referência para certificação, que são os parâmetros básicos e específicos. Isso é feito em seminários e assembléias. A estrutura de certificação precisa ser formada no Estado. O projeto com a RTS deverá terminar em 2008. Daí pra frente, essa estrutura ficará responsável pela continuidade das ações. RTS – Quando o consumidor poderá chegar a um mercado de Rondônia e comprar um produto com o selo de certificação socioparticipativa? Haverá o selo da Rede GTA, o selo do SPG Folha Verde, o selo da comunidade, o selo da família. O produto terá alguns selos, a depender do processo. Esse convênio é um recurso independente do projeto que já está em andamento. Resumidamente, com a RTS o nosso resultado é construir o documento “Parâmetros Básicos e Específicos”. Também assumimos a construção da estrutura de certificação. Uma outra demanda é a implementação de agroindústrias. Ou seja, estamos conseguindo fechar a cadeia. Esse processo está muito interessante. Por Michelle Lopes – Assessoria de Comunicação da RTS
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A diretora executiva da Abong e integrante do Comitê Coordenador da Rede de Tecnologia Social, Aldalice Otterloo, fez uma apresentação sobre Pessoas e Comunidades Produtoras de Conhecimento e Desenvolvedoras de Tecnologias, no 2º Fórum Brasil Sustentável, realizado dia 19 de outubro, durante a Conferência Latino-americana sobre Meio Ambiente e Responsabilidade Social (7a Ecolatina), em Belo Horizonte/MG. Aldalice, que também é pedagoga e educadora popular, realizou sua explanação com base em três eixos: desenvolvimento sustentável, gestão de conhecimento e Tecnologia Social. Clique aqui para ler a palestra de Aldalice Otterloo.
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| Expo Brasil Desenvolvimento Local (6ª edição) Realização: Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits) Data: 3 a 5 de dezembro de 2007 Local: Centro de Convenções de Natal/RN Telefone: (21) 2215-0605 Endereço eletrônico: noticiasexpobrasil@gmail.com Outras informações: www.expobrasil.org.br |
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| Ecovilas – Design e Implementação Data: Data: 3 a 10 de fevereiro de 2008 Permacultura – Design e Consultoria Data: 20 a 27 de abril de 2008 BioConstruindo 2008 Data: 13 a 20 de julho de 2008 Realização dos três eventos acima: Ecocentro Ipec Local: Sede do Ecocentro Ipec, em Pirenópolis/GO Telefone: (62) 3331-2111 ou 3331-1568 Endereço eletrônico: cursos@ecocentro.org Outras informações: www.ecocentro.org |
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| NOTÍCIAS DA REDE é o informativo eletrônico da Rede de Tecnologia Social (RTS) que reúne, organiza, articula e integra um conjunto de instituições, com o propósito de promover o desenvolvimento sustentável, mediante a difusão e a reaplicação em escala de Tecnologias Sociais. |
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Rede de Tecnologia Social (RTS) Secretária Executiva: Larissa Barros Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) Diretor: Emir José SuaidenCoordenação Geral de Tecnologias de Informação e Informática: Dalton Rosa de Freitas Coordenação Geral de Desenvolvimento e Pesquisa de Novos Produtos: Cecília Oliveira Leite Desenvolvimento Web: Marcos Sigismundo da Silva Design Gráfico: Flávia Rubenia Barros Comitê Coordenador da RTS · Caixa Econômica Federal (Caixa)· Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) · Fundação Banco do Brasil (FBB) · Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) · Ministério da Integração Nacional (MI) · Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) · Petrobras · Sebrae · Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) · Associação Brasileira de Organizações Não-governamentais (Abong) · Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras · Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) · Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social · Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) |
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