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Brasília, 07 de agosto de 2007 - Ano 03 - Nº 24 |
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| CONTEÚDO |
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Prezado/a leitor/a, Quanto às notícias deste número, há matérias sobre sistematização, inclusão digital para jovens, prêmio de Tecnologia Social, biocombustíveis e articulações internacionais, dentre outros assuntos. Aproveitamos a oportunidade para lembrar que, no mês de outubro, a RTS fará dois fóruns regionais, no Sul e Centro-Oeste do país. As instituições com sede nessas regiões estão convidadas a participar de todo o processo, desde a organização. É o momento de avançarmos em mais ações e reflexões. Caso tenha dúvidas ou sugestões, faça contato com a Secretaria Executiva da RTS (fone: 61 3217-6102 e endereço eletrônico: secex@rts.org.br). Boa leitura!
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De 16 a 18 de julho, a Rede de Tecnologia Social (RTS) realizou, em Brasília, o 1º Encontro Nacional de Sistematização, em parceria com o Instituto Paulo Freire (IPF) e apoio da Finep/MCT. O objetivo foi construir um referencial de sistematização a partir de experiências concretas de algumas instituições que fazem parte da RTS. “Partindo da realidade das pessoas, queríamos que elas pudessem refletir, estudar e apresentar possibilidades de sistematização para a Rede. Queríamos que o movimento de ação, reflexão e ação fosse vivenciado”, explica Raiane Patrícia Assumpção, assistente da direção de relações institucionais e coordenadora de projeto, no IPF. No primeiro dia, foi feito um levantamento das expectativas dos/as participantes e o que eles/as conheciam sobre sistematização. Posteriormente, alguns apresentaram suas experiências. “Os demais, olhando para essas iniciativas, refletiram acerca de sua prática e problematizaram a prática do outro”, explica Raiane, que moderou as atividades durante os três dias. Referenciais teóricos e metodológicos também foram introduzidos para subsidiar os debates. Para estudiosos do tema, a sistematização representa uma articulação entre teoria e prática, envolve a criação participativa de conhecimentos e deve ser uma reflexão das experiências. De acordo com o educador popular e sociólogo, Oscar Jara Holliday, a sistematização “pressupõe como fundamento a concepção metodológica dialética, que entende a realidade como una, mutante e contraditória porque é histórica; porque é produto da atividade transformadora, criadora dos seres humanos”. A Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) traduz, com a prática, essas definições. “Para a ASA, sistematização é tudo aquilo que se consegue organizar, que consiga explicar um determinado processo, uma determinada ação. Quando um agricultor domina o processo da sua estrutura hídrica, isso é uma sistematização”, explica Antônio Barbosa, sociólogo e coordenador pedagógico do P1+2. Ele também ressalta a importância de se considerar a utilidade de uma sistematização: “No Semi-Árido, tem servido para impulsionar processos, onde agricultores visitam agricultores. A gente tem chamado de construção horizontal do conhecimento. As sistematizações terminam privilegiando esse espaço de construção, principalmente na questão dos intercâmbios”.
Reflexões como essas também foram trocadas durante as atividades em pequenos grupos. Alberto Cantanhede, presidente da Rede GTA, participou dos debates. Para ele: “A RTS deu um passo importante para que as organizações possam conduzir melhor seus processos, seus projetos. O trabalho de sistematização, dentro da Rede, deverá levar em conta a Tecnologia Social em si, a diversidade dos atores e as diferenças regionais”. PRÓXIMOS PASSOS – No último dia do Encontro, o grupo propôs alguns encaminhamentos para orientar o processo de sistematização, no espaço da Rede. “Percebemos que é uma ferramenta fundamental para a promoção da difusão e reaplicação de TSs”, reflete a secretária executiva da RTS, Larissa Barros. Um documento será encaminhado ao Comitê Coordenador da RTS, com os seguintes itens: concepção de sistematização, referencial teórico-metodológico, diretrizes, procedimentos, prazos e espaços onde as ações deverão ser desenvolvidas. Após o Encontro, as discussões deverão prosseguir no âmbito do GT Metodologia e Sistematização. Além de atividades presenciais, o grupo pretende fazer reuniões por meio da Comunidade Virtual da RTS. Participaram do Encontro as seguintes instituições: - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong) Outras Informações Por Michelle Lopes – Assessora de Comunicação da RTS
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1º Encontro Nacional de Sistematização da RTS – avaliações
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Ricardo Mello Refletir de forma organizada e sistemática sobre nossas ações como fonte impulsionadora e retroalimentadora das mesmas, ao se iniciarem novos processos. Só por esta definição de sistematização que sobressaiu no Encontro, sua importância já se revela mais que evidente. | ||||||||||
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O Encontro serviu para refletir sobre o significado da sistematização para o próprio ator que realiza uma experiência em TS. Evidentemente, essa proposta não pode se aplicar de maneira impositiva, não pode ser realizada de fora para dentro da experiência. A Rede só pode sugerir e buscar dar um suporte para que esse aspecto importante, no plano político-educativo, seja desenvolvido nas atividades. A sistematização é fortemente vinculada à vontade e à consciência dos sujeitos. Por fim, o Encontro mostrou a necessidade de articular a sistematização conforme a diversidade dos atores que compõem a RTS. Não existe um referencial único. |
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Foram três dias bastante ricos em troca de idéias, de apresentação de experiências das entidades parceiras. Nós chegamos a um entendimento sobre o que é sistematização. A partir da obra de Oscar Jara, conseguimos entender o que seria esse conceito, como um todo e para a RTS. A sistematização envolve um sistema de projetos, como você o classifica, como você lê seus objetivos e, também, a avaliação. É um processo. Não é, como entendíamos inicialmente, simplesmente registrar. Vai além disso.
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Em primeiro lugar, o Encontro contribuiu para ampliar a minha idéia de sistematização, que vai além do registro. Em segundo lugar, me fez refletir acerca dos elementos organizadores das idéias que envolvem o processo de sistematização de Tecnologia Social, como visibilidade, desejo político (social), as interfaces, a disseminação etc. O Encontro me permitiu contribuir, no âmbito interno da minha instituição, para gerar uma preocupação maior em relação ao ato de sistematizar. Com certeza, valeu a pena.
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Eu achei o Encontro fundamental para a RTS. Não podemos avançar na perspectiva de ampliação da Rede sem focar na sistematização das experiências. É nesse processo que poderemos fazer a diferença, para que essas experiências possam ser compartilhadas e difundidas. Quem sabe, a gente avance até o ponto em que algumas iniciativas sejam referências ao fomento de políticas públicas. É um processo inicial. É importante a participação de todos. Obviamente, precisaremos considerar os diferentes ritmos e culturas institucionais, mantendo a nossa diversidade, mas fazendo com que todos avancem num objetivo comum.
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Faço uma avaliação muito positiva porque conhecemos, em primeira mão, uma metodologia de sistematização que vem completar nosso ciclo de organização e estruturação interna. Este aprendizado fortalecerá nossa instituição, dará mais visibilidade, recolherá conhecimentos e experiências acumuladas. Isso irá nos fortalecer. |
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O Encontro ampliou o nosso conhecimento sobre Tecnologias Sociais. Esperamos que a reconstrução crítica de experiências, a ser promovida pela sistematização, melhore o desempenho do Ministério da Integração Nacional na sua atribuição de implementar a política de desenvolvimento nacional integrada e sustentável.
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Os textos distribuídos antes do Encontro são maravilhosos. Já estamos socializando esse material em nossa instituição. Quanto aos três dias de trabalho, achei a dinâmica um pouco cansativa no início, mas a metodologia foi melhorando ao longo das atividades. A troca de informações e experiências em grupos foi excelente. Na Rede, poderiam ter outros momentos para intensificar a discussão, lembrando que sistematização não é apenas o processo de registro, mas significa rever um trabalho realizado e pensar os próximos passos. |
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O Encontro foi um prova de construção de conhecimento, na prática. A diversidade das experiências de Tecnologias Sociais e das experiências em sistematização das instituições presentes representou um desejo materializado de qualificar as nossas ações, dando visibilidade a elas ao ponto de desencadear novos processos sociais a partir do já existente.
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Eu achei o Encontro super positivo. Nós tínhamos que reunir esse grupo. As pessoas estavam dispostas a contribuir, a colaborar. Houve uma integração. Com algumas pessoas, ainda não tínhamos contato direto. Para a RTS, foi importante. E o Instituto Paulo Freire é muito competente nesse assunto. Os facilitadores foram tranqüilos e conseguiram levar o grupo aos resultados. |
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A metodologia de trabalho considera quatro componentes: formação profissional, inserção (com permanência e ascensão no mercado), sistematização e co-responsabilidade entre os setores públicos, privados e terceiro setor. A diretora do Instituto Aliança, Maria Adenil Vieira, explica outros aspectos do Projeto: “Buscamos a formação integral do jovem, desenvolvendo um conjunto de competências, atitudes, valores, habilidades e conhecimentos, ao invés de prepará-los linearmente, para um posto de trabalho específico. Também consideramos as vocações produtivas de cada lugar, provocando a integração da população jovem às oportunidades de seu entorno”. O Projeto Com.Domínio Digital foi desenhado para atender às demandas do mercado de trabalho de municípios que não encontravam mão-de-obra local qualificada para preencher as vagas existentes, sobretudo em postos na área de tecnologia da informação. As ações são implementadas nos estados de Pernambuco, Ceará, Bahia e Sergipe, com certificação e avaliação externa realizada pela Universidade do Estado do Ceará. Desde 2004, o Com.dominio Digital é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, International Youth Foundation, Instituto Unibanco, Instituto Oi Futuro, Fundação Avina, Instituto Ibi e Instituto Wal-mart. Até o momento, o Projeto já atendeu 1496 jovens, com a inserção de 63% dos participantes no mercado formal de trabalho. “Por causa de tais indicadores, o BID escolheu o Projeto como um dos quatro, na América Latina, para dar escala na área da empregabilidade juvenil”, explica Maria Adenil Vieira. Em relação à turma de Laranjeiras/SE, os/as jovens concluíram 560 horas de formação. Trinta por cento já se encontram inseridos em empregos formais e mais 20% estão em processo final de seleção. A cerimônia de certificação contou com a presença dos/as jovens, familiares, educadores, autoridades, parceiros locais e empresários. Elaine Souza da Silva, 20 anos, foi uma das participantes. Para ela, o curso do Com.dominio Digital foi uma experiência muito rica: “Aprendi coisas que eu nunca tinha visto, como rotina administrativa. Também estudamos desenvolvimento pessoal e social, e tecnologia da informação. As matérias são alinhadas uma com a outra, o que é muito importante. Vemos um mesmo assunto nas três disciplinas e, assim, a informação fica muito mais consistente”. Quanto à sua vida após a certificação, Elaine explica que está no período de inserção profissional, coordenado pelo projeto. “Já fiz uma entrevista de emprego e estou aguardando o resultado. Estou bem confiante”, revela. Outras Informações Por Michelle Lopes – Assessoria de Comunicação da RTS
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| Jacques Pena | ||||||||||
A quarta edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social recebeu o total de 782 inscrições. O número foi recorde em relação aos anos anteriores. Em 2005, foram 636 inscritos e, em 2003, 634. A quantidade registrada em 2001 foi de 523. O crescimento de 2007 em relação a 2001 foi de 49,5%. RTS - A quantidade de inscrições superou todas as edições anteriores. A que se deve esse resultado? Pena - É uma consolidação do propósito da Fundação. Além disso, cada vez mais o tema tem sido discutido em um conjunto de instituições. Quando realizamos a quarta edição do Prêmio, isso fica demonstrado. Então, também é a consolidação do debate em torno das Tecnologias Sociais. RTS – Chama atenção o fato de o Prêmio ter inscrições de praticamente todos os estados. Pena - Assim como as nossas ações em investimento social têm uma presença nacional, o chamado que fizemos, o relacionamento com diversas organizações, o Banco e um conjunto de parceiros mostram que o Prêmio está presente em todo o país. Quanto aos temas, há muitos anos a educação é a pauta principal no terceiro setor. As inscrições reafirmam o destaque dessa temática. Isso não é uma novidade para nós. RTS - No processo de realização do Prêmio, quais serão os próximos passos? Pena – Após as inscrições e a certificação, teremos o julgamento das iniciativas certificadas para a escolha das finalistas. Uma vez escolhidas, teremos o julgamento entre as finalistas que vão receber a premiação. O resultado do Prêmio será divulgado no mês de novembro. RTS - Quais são as contribuições do Prêmio FBB de Tecnologia Social à sociedade brasileira? Pena - É uma oportunidade para o reconhecimento e a divulgação dessas iniciativas. Quando uma Tecnologia Social passa pela premiação ou pela condição de finalista, ela tem uma divulgação na mídia de toda natureza, seja em revistas, jornais, tevês ou sites. Há, ainda, a própria movimentação do evento de entrega do Prêmio. Fazemos com que as experiências deixem de ficar restritas à sua região e passem a ser iniciativas de amplo conhecimento. É um serviço que se presta, visto que elas poderão ser utilizadas e reaplicadas. RTS - Parte das iniciativas apresentadas ficará cadastrada no Banco de Tecnologias Sociais. Qual a importância dessa base de informações no que diz respeito à difusão e reaplicação de TSs? Pena – O interesse e o debate em torno do tema têm crescido. A disponibilização das informações no Banco de Tecnologias Sociais serve para fomentar a discussão e o acesso à informação. A pessoa não precisa vir à Fundação. A possibilidade da Internet permite o acesso aos dados. Isso é extremamente importante, pois facilita a mobilização em torno do tema. Quanto à dinâmica do Banco de Tecnologias Sociais, ele recebe atualizações sempre que realizamos uma edição do Prêmio. Em algumas situações, temos um relacionamento com as instituições que desenvolvem as tecnologias. Isso não acontece sempre. Depende da instituição, se ela está realizando algo de novo no que diz respeito à Tecnologia Social. RTS – O senhor poderia compartilhar conosco como foi a contribuição da Fundação na construção do conceito de Tecnologias Sociais? Pena - Na verdade, a formulação do conceito de Tecnologias Sociais não é uma responsabilidade da Fundação. Anos atrás, ao mesmo tempo em que esse conceito vinha sendo formulado, a FBB criou um programa para trabalhar o tema. Esse foi o maior mérito: em um momento em que o conceito não era divulgado ou reconhecido, fizemos todo um procedimento de divulgação de Tecnologias Sociais, a partir da primeira edição do Prêmio. A Fundação Banco do Brasil sempre trabalhou com inovação e ciência e tecnologia. Para dar continuidade às ações, acatamos uma informação que vinha sendo debatida nos meios acadêmicos: o fato de que adotar o conceito de Tecnologia Social era a melhor maneira de uma Fundação que sempre trabalhou com inovação e ciência e tecnologia avançar em seus trabalhos. Não fomos nós que, pela primeira vez, falamos que a Tecnologia Social deveria ser chamada assim. Mas, talvez, fomos nós que, pela primeira vez, lançamos essa discussão em um espaço mais amplo de mídia, ao divulgar o Prêmio, em 2001. RTS - Alguma consideração final? Pena - Apesar das situações serem similares nas edições, o Prêmio sempre apresenta aspectos muito interessantes que vêm de diversas regiões do país. Mais uma vez, as pessoas que estão trabalhando na seleção, julgamento e certificação têm a sensação que, de fato, muita coisa diferente e nova está acontecendo Brasil afora. Mais uma vez, o Prêmio FBB de Tecnologia Social poderá divulgar essa realidade. Por Michelle Lopes – Assessoria de Comunicação da RTS
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Energia é um elemento estratégico para o desenvolvimento socioeconômico e para o bem-estar das pessoas. Sem energia, atividades cotidianas, como o transporte, a iluminação artificial, a climatização de ambientes, a comunicação, as atividades produtivas, a conservação e preparação de alimentos, nada disso seria possível. Justamente por essa razão, o mercado de energia é dos mais competitivos. Costuma envolver grandes interesses políticos, vultosos investimentos, alta tecnologia, como também enormes passivos ambientais, graves conflitos territoriais e até mesmo guerras... Por Juarez de Paula – Gerente da Unidade de Agronegócios e Territórios Específicos do Sebrae Clique aqui para ler a íntegra do artigo, publicado na Revista Sebrae Agronegócios, nº5.
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Seminário discute planejamento, gestão e mobilização de recursos
para Terceiro Setor
A Rede de Tecnologia Social (RTS) participou do Seminário “Planejamento estratégico, gestão institucional e mobilização de recursos para associações do Terceiro Setor”. Realizado de 23 a 27 de julho, o evento discutiu assuntos como a história das organizações filantrópicas e sociais no Brasil, o voluntariado, como criar uma ONG e prestação de contas, dentre outros. Ao todo, houve a participação de 84 pessoas, representando organizações da sociedade civil que trabalham no combate à exclusão social e à violência, buscando os direitos das mulheres, crianças e adolescentes. No último dia de atividades, houve uma mesa sobre “Captação de recursos: possibilidades de financiamento e casos concretos”. Para dialogar sobre o assunto, instituições convidadas fizeram apresentações: RTS, Caixa Econômica Federal, ONG Moradia e Cidadania, Delegação da Comissão Européia no Brasil e Programa 100 cidades. A secretária executiva da RTS, Larissa Barros, explicou que a Rede não é um espaço de financiamento, mas as articulações que ocorrem permitem parcerias nesse sentido: “Ressaltamos essa questão durante nossa intervenção. Foi uma experiência muito boa. Os participantes do Seminário não conheciam a Rede e, portanto, foi uma oportunidade importante para darmos visibilidade às Tecnologias Sociais”.
Outras Informações
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| II Encontro Territorial de Agroecologia e Socioeconomia Solidária Realização: Rede de Agricultores Agroecológicos do Território de Itapipoca Data: 8 a 10 de agosto de 2007 Local: Rua Idelberto Barroso, 27, Centro (CETREDI) – Itapipoca/CE Telefone: (88) 3631-3620 Endereço eletrônico: cetra1982@cetra.org.br Outras informações: www.asabrasil.org.br |
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| Encontro Nordestino de Tecnologias Sociais Realização: Instituto de Tecnologia Social (ITS), Associação Maranhense para a Conservação da Vida (AMAVIDA), Centro Josué de Castro (PE), Associação Pernambucana de Conservação da Natureza (PE), Instituto Banco Palmas (CE), Fundipesca (BA) e Infoesp (BA) Data: 9 a 11 de agosto de 2007 Local: São Luís/MA Telefone: (11) 3151-6499 Endereço eletrônico: its@itsbrasil.org.br Outras informações: www.itsbrasil.org.br |
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| Ecolatina 2007 Realização: Instituto de Educação Tecnológica (IETEC) Data: 16 a 19 de outubro de 2007 Local: Minascentro, Belo Horizonte/MG Telefone: (31) 3223-6251 Endereço eletrônico: ecolatina@ecolatina.com.br Outras informações: www.ecolatina.com.br |
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| Compromisso Empresarial para Reciclagem Neste sítio, há informações sobre cooperativas de catadores de materiais recicláveis, sucateiros, recicladores, máquinas e equipamentos. A página Dúvidas Freqüentes busca atender o/a usuário/a com respostas objetivas, abordando a degradação da natureza, contâiners para coleta seletiva, metais pesados, rotulagem ambiental, biogás e embalagem PET, dentre outros assuntos. |
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| Comissão Pró-Índio
![]() O sítio disponibiliza informações sobre comunidades quilombolas e indígenas. Além das informações, há belas imagens sobre o assunto. Quilombo não pertence somente ao passado escravista do Brasil. Tampouco se configura como comunidade isolada, no tempo e no espaço, sem qualquer participação na estrutura social. Ao contrário, mais de mil comunidades quilombolas espalhadas pelo território brasileiro mantêm-se vivas e atuantes, lutando pelo direito de propriedade de suas terras consagrado pela Constituição Federal. Quanto aos povos indígenas, a Comissão Pró-Índio (CPI-SP) destaca aqueles que vivem no Estado de São Paulo, já que são pouco conhecidos por grande parte da população brasileira. No censo de 2000, o IBGE levantou a existência de uma população de 63.789 indígenas no Estado. A Comissão Pró-Índio faz parte da Rede de Tecnologia Social (RTS). Fundada em 1978, tem trabalhado junto com índios e quilombolas para garantir seus direitos territoriais, culturais e políticos.
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| NOTÍCIAS DA REDE é o informativo eletrônico da Rede de Tecnologia Social (RTS) que reúne, organiza, articula e integra um conjunto de instituições, com o propósito de promover o desenvolvimento sustentável, mediante a difusão e a reaplicação em escala de Tecnologias Sociais. |
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Rede de Tecnologia Social (RTS) Secretária Executiva: Larissa Barros Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) Diretor: Emir José SuaidenCoordenação Geral de Tecnologias de Informação e Informática: Dalton Rosa de Freitas Coordenador-Geral Informação Tecnológica: Cecília Oliveira Leite Desenvolvimento Web: Marcos Sigismundo da Silva Jornalista Responsável: Cláudia Mohn Comitê Coordenador da RTS · Caixa Econômica Federal (Caixa)· Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) · Fundação Banco do Brasil (FBB) · Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) · Ministério da Integração Nacional (MI) · Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) · Petrobras · Sebrae · Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) · Associação Brasileira de Organizações Não-governamentais (Abong) · Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras · Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) · Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social · Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR)
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