Prezado/a leitor/a
Elaboramos esta edição do “Notícias da Rede” em clima de contagem regressiva. Faltam poucas horas para a realização do 1º Fórum Nacional da RTS. Foram diversos diálogos, reuniões, centenas de e.mais e ligações telefônicas. Enfim, tudo foi preparado com muito carinho, pois cada instituição e cada pessoa são fundamentais nesse processo de “tecer a rede”. Ao todo, foram realizadas 380 inscrições. As pessoas estão muito motivadas e, sem dúvidas, esse importante encontro consolidará as ações da Rede de Tecnologia Social.
Tecnologia Social também foi tema em outros encontros, nas últimas semanas. É caso do Seminário Políticas Públicas para o Semi-Árido: avanços e desafios, realizado em Recife/PE. Na ocasião, a RTS participou do debate sobre programas, ações e parcerias voltados para o desenvolvimento do território.
Outro espaço estratégico de articulação foi o VI Encontro Nacional da Articulação no Semi-Árido Brasileiro. O EnconASA aconteceu em Crato/CE e contou com a participação de representantes de organizações, movimentos sociais, convidados, agricultoras e agricultores vindos do Semi-Árido brasileiro. Durante os cinco dias de debates e trocas de experiências, foram tratados temas como o acesso à terra e à água, agricultura familiar, tecnologias adaptadas ao Semi-Árido, crédito, assistência técnica, juventude, etnia, gênero e cultura.
Acreditamos que todos esses encontros e articulações contribuem para a promoção do desenvolvimento local sustentável . A fim de colaborar com essas iniciativas, apresentamos a 16ª edição de nosso informativo eletrônico.
Boa leitura!
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Tudo pronto para o 1º Fórum Nacional da RTS
A partir da próxima terça-feira, 5 de dezembro, a cidade de Salvador/BA será o palco para diversas discussões sobre tecnologias sociais. Nesta data, ocorrerá a abertura do 1º Fórum Nacional da RTS. Com o tema “Tecnologia Social, uma nova cultura de participação para o desenvolvimento sustentável”, o encontro será realizado até o dia 8 de dezembro. O Fórum contará com a participação de, pelo menos, 380 pessoas.
Na opinião da secretária executiva da Rede de Tecnologia Social, Larissa Barros, o grande desafio será fortalecer e pensar em novos canais para a conexão entre as entidades: “Esse processo já começou a acontecer com as Oficinas Regionais realizadas este ano, em Belém e Recife. A troca de experiências e informações permite a apropriação de um conhecimento que muitas vezes está ali ao lado, resolvendo um problema que é também daquela outra comunidade. Na Oficina do Semi-Árido, por exemplo, os participantes sugeriram a formação de um ‘escambo' de tecnologias”.
O 1º Fórum Nacional da RTS também tem o objetivo de:
- Indicar propostas de estratégia para o fortalecimento da Rede;
- Debater formas de ampliar a difusão e a reaplicação de tecnologias sociais;
- Construir mecanismos de interação da RTS, alimentando uma cultura de Rede; e
- Compartilhar conhecimentos e experiências acerca de tecnologias sociais.
As atividades do primeiro dia serão realizadas no Fiesta Bahia Hotel. De 6 a 8/12, a programação ocorrerá no Centro de Convenções de Salvador, simultaneamente à 5ª Expo Brasil Desenvolvimento Local. Além da atuação da Abong, na organização do Fórum, o evento tem o patrocínio da Caixa, Fundação Banco do Brasil, Ministério do Desenvolvimento Social e Ministério da Integração Nacional. O Fórum também tem o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, Finep, Sebrae, Petrobras, IICA, Instituto Ethos, Articulação no Semi-Árido Brasileiro, Rede GTA e Forproex.
A seguir, a programação completa do 1º Fórum Nacional da RTS:
05 de dezembro |
8h às 17h - Oficina de Comunicação da RTS
16h às 18h – Credenciamento
18h30 – Apresentação do vídeo institucional da RTS
19h – Mesa de Abertura
20h20 – Relato dos avanços e resultados da RTS
20h40- Apresentação da programação e da dinâmica do Fórum
21h10 – Apresentação de publicações sobre TS
21h30 – Coquetel de boas-vindas
Local: Fiesta Bahia Hotel
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06 de dezembro |
9h30 - Solenidade de abertura da V Expo Brasil Desenvolvimento Local
14h – Mística de boas-vindas
14h15– Painel:
- Conceito de Tecnologia Social e histórico da RTS
- Tecnologia Social e Desenvolvimento Sustentável
- Depoimento sobre o Programa “Uma terra e duas águas” - P1+2
Palestrantes: Renato Dagnino, professor titular da Universidade Estadual de Campinas; Juarez de Paula, gerente da Unidade de Agronegócios e Territórios Específicos do Sebrae e representante da instituição na RTS; Marilene Nascimento, integrante da Articulação no Semi-Árido Brasileiro e representante da instituição na RTS; e Manoel Severino, agricultor
Debatedoras: Aldalice Otterloo , diretora geral da Unipop e representante da Abong Nacional na RTS; e Sônia Krupa, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
Local: Centro de Convenções de Salvador/BA
17h - Participação na programação da Expo Brasil Desenvolvimento Local
Noite livre
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07 de dezembro |
9h30 - Reflexões orientadoras para trabalho em grupo:
– Tecnologia Social e Geração de Trabalho e Renda
– Tecnologia Social e Políticas Públicas
Palestrantes: Jacques Pena, presidente da Fundação Banco do Brasil (FBB) e representante da instituição na RTS; e Aelson Almeida, analista do Ministério da Ciência e Tecnologia e Pró-Reitor de Extensão da UFRB
10h20 às 12h30 - Trabalho em grupos simultâneos
14h às 17h – Horário livre para participação na programação da Expo
Indicações:
=> Lançamento e debate sobre o livro "Desafios da Sustentabilidade: Tecnologia Social no foco dos jornais brasileiros"
=> Oficina sobre Certificação Socioparticipativa
17h Plenária: Apresentação da sistematização dos grupos
18h30 - Salão de vivências
21h – Momento de integração (no Hotel)
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08 de dezembro |
9h30 - Reflexões orientadoras para trabalho em grupo:
- Dinâmica de rede e Estratégia da RTS
Palestrantes: Cássio Martinho, jornalista especialista em gestão de redes e terceiro setor; e Larissa Barros, secretária executiva da RTS
10h20 às 12h30 – Trabalho em grupos simultâneos
14h – Plenária final: Apresentação da sistematização dos grupos e encaminhamentos
17h – Avaliação e Encerramento
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Por Cláudia Mohn, do Ibict; e Michelle Lopes, da Secretaria Executiva da RTS
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V Expo Brasil Desenvolvimento Local aguarda público de 2 mil pessoas
No período de 6 a 8 de dezembro, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador, simultaneamente ao 1º Fórum Nacional da RTS, acontecerá a Expo Brasil Desenvolvimento Local. Em sua quinta edição, o evento é reconhecido como o principal espaço para a visibilidade, o intercâmbio e o fortalecimento de iniciativas de desenvolvimento apoiadas na mobilização local. Além disso, os/as participantes encontram nessa iniciativa uma oportunidade especial de aprendizagem compartilhada, tendo como referência o impulso ao desenvolvimento de base territorial como caminho de superação das desigualdades e da segregação social.
Nesta edição, sem prejuízo da diversidade e amplitude do evento, alguns diferenciais se destacam em relação aos anos anteriores. Entre eles, a predominância de dinâmicas interativas na programação e a estruturação das atividades com base em perguntas orientadoras relacionadas aos principais avanços e obstáculos das iniciativas em andamento.
Espera-se mais de 2 mil participantes que atuam direta ou indiretamente com o desenvolvimento local. São agentes de desenvolvimento (educadores/as, gestores/as de projetos, agentes comunitários e produtivos locais), organizações e redes da sociedade civil, fundações e universidades, representantes de prefeituras e governos estaduais, ministérios, agências governamentais e órgãos nacionais e regionais de fomento, além de organismos internacionais.
Oficinas e minicursos, circuitos temáticos, rodas de conversa, painéis, exposição e diálogo de pôsteres e encontros fazem parte da programação da V Expo Brasil Desenvolvimento Local, que está sendo construída em parceria com uma diversidade de atores - apoiadores/as, parceiros/as e participantes potenciais do evento.
Os tópicos tratados durante a V Expo Brasil Desenvolvimento Local têm o seguinte objetivo: propiciar, com participação ativa das populações locais, a aprendizagem compartilhada no tratamento dos principais desafios hoje existentes para o fortalecimento de alternativas de desenvolvimento não-desigual; tornar visível o estado-da-arte (as experiências concretas, a produção conceitual) do desenvolvimento local e regional no Brasil; facilitar a constituição de novas articulações, parcerias e elos de rede que impulsionem o desenvolvimento com base territorial; realizar, por fim, estratégica formulação para contribuir com a agenda de desenvolvimento brasileira, produzindo avanços na formulação estratégica voltada para o desenvolvimento com eqüidade e participação social.
Outras informações
E-mail: viniciusc@gmail.com
Fone:(61) 3328-6796
Por Cláudia Mohn – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
Colaboração: Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits)
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Abong e RTS – avanços e desafios
| Foto: Arquivo Pessoal |
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| Ricardo Mello |
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A identificação com a temática e as experiências consideradas tecnologias sociais partem da concepção que confere seu significado conceitual através de abordagens tratando o tema “tecnologia”, a partir justamente de sua teoria crítica. Tal perspectiva se volta contra a visão instrumental e funcionalista subjacente à noção de Tecnologia Convencional (TC); propondo em contraposição a noção de construção social da tecnologia, que fundamenta o conceito de Tecnologia Social (TS).
Tendo esta noção subjacente como elemento estruturante, funda-se a Rede de Tecnologia Social (RTS) em abril de 2005, com a Abong integrando seu Comitê Coordenador desde então, enquanto articuladora de redes sociais...
*Por Ricardo Mello, diretor da Abong Regional Sudeste e seu representante titular no Comitê Coordenador da RTS; membro da coordenação executiva do CEDAC – Centro de Ação Comunitária
Clique aqui para ler a íntegra do artigo.
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Jorge Duarte - Senac/SP
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Foto: Arquivo Senac/ SP |
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Jorge Duarte |
Especialista em desenvolvimento local pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e empreendedorismo social pela Universidade de São Paulo (USP), Jorge Duarte é uma das referências brasileiras em produção de conhecimento e soluções em rede. A frente da área de desenvolvimento social do Senac/SP, Duarte lidera um projeto que está mudando a realidade de comunidades em todo o Estado. De Turim na Itália, onde participou de um encontro internacional sobre políticas de emprego e desenvolvimento local, Jorge Duarte concedeu a seguinte entrevista.
RTS - Quantas são e como funcionam as redes sociais criadas com apoio do Senac?
Duarte - Até o momento, são 30 redes locais que atuam em diversas cidades do Estado de São Paulo. Cada rede tem em média 25 participantes, incluindo líderes de organizações da sociedade civil, funcionários do poder público e empreendedores do mercado. Têm dinâmica própria, mas em geral os grupos se reúnem uma vez por mês. Parte da pauta é definida na reunião anterior, mas incluem-se temas emergentes e principalmente se monitora o andamento dos projetos que estão sendo implementados. Em média trabalham três projetos, em conjunto, por ano. Para cada projeto se forma uma comissão responsável pelo planejamento, implementação e que também cuida da informação e da comunicação, ou seja, faz registro do histórico e articula formas de dar visibilidade com propósito de buscar novos apoios.
Entre cada participante da rede, existem contatos onde compartilham informações e trocam os mais variados recursos. Isto ninguém acompanha. Costumo dizer que existem atividades intangíveis e um movimento que somente o enxerga, e em partes, quem está vivenciando o processo.
RTS - O Sr. costuma dizer que as redes sociais nascem da evolução de um modelo mental. Que transformação é essa?
Duarte - Sabemos que a criança ao nascer acredita ser o centro do mundo. Depois passa grande parte da sua vida lidando com este conflito. Penso que, para entender efetivamente a vida e a morte, o homem "deseja ser deus". Isto se manifesta das mais diversas formas. A busca do poder, por exemplo. Tenho observado nestes anos o interesse individual na participação. Geralmente, busca-se obter um ganho para si, mesmo quando a pessoa se propõe a trabalhar para um coletivo e com o coletivo. As pessoas que se dizem mais desprendidas e benevolentes e que em tese oferecem tudo de si pelo outro e colocam o outro em primeiro lugar, arrisco-me a dizer que podem estar aliviando alguma culpa, de algum processo interno não esclarecido. Portanto, nesse caso, participar e fazer pelo outro minimiza um conflito próprio. É um ganho "secundário" para o indivíduo, apesar de ser importante para quem recebe a sua boa ação ou o seu recurso.
As próprias redes quando criam identidade de grupo tendem à individuação. A regulação, linguagens, pactos e regras que vão se estabelecendo podem dificultar a entrada de novos participantes e, às vezes, a encurtar a própria visão, de até onde se pode chegar. Por isso levamos para o debate a questão do território, da comunidade e do mundo. O que precisamos trabalhar é pelo melhor lugar do mundo para viver e conviver com qualidade. Este desafio parece ser de vida inteira. Os anos, ou as experiências vividas parecem encarregar-se de minimizar o conflito do querer ser o centro, do querer ser deus e por isso centramos o nosso esforço em estratégias que contribuam para a sustentação das redes. Isto significa propostas unificadoras, resultados e gerar e manter relações de confiança tendo no que chamo de sinônimos: diálogo, política e democracia - a principal ferramenta para a superação da individuação. Com isto, chegar ao comunitário.
RTS - A partir da experiência de quase dez anos no Senac/SP, o Sr. chegou a um método para formação de redes. Qual é a essência dessa proposta? E ela poderia ser reaplicada em outros contextos como uma tecnologia social?
Duarte - O trabalho em rede foi descoberto e construído a partir do nosso contato com as comunidades. Em 1998, realizávamos os cursos de educação profissional nas comunidades e várias organizações do entorno solicitavam a presença do Senac com cursos e atividades. Sentimos que não seria possível atender a todos e também entendíamos que, embora os cursos fossem importantes para a comunidade, a organização que sediava a atividade passava a assumir novas despesas não previstas, como aumento na conta de luz, água e outros. Tentamos entender essa demanda reunindo as lideranças da região e foi aí que sentimos a necessidade dos desconhecidos se conhecerem, dos desinformados se informarem e tudo isso se tornou possível através de um simples encontro.
Começamos, então, a sistematizar esses encontros e, a partir dessa prática, definimos e trabalhamos com um conceito de rede: sistema capaz de reunir e organizar pessoas e instituições de forma igualitária e democrática, a fim de construir novos compromissos que beneficiem a sociedade. Portanto a essência da metodologia é reunir pessoas e organizações que querem melhorar a qualidade de vida e de convívio comunitário. Nessas reuniões as pessoas se apresentam e falam de seus projetos e das suas visões de mundo. Buscamos propostas unificadoras que possam atender à diversidade dos grupos. Definem-se responsabilidades e se implementam os projetos. O Senac atua com o papel de mediador desse processo, orientando-se sempre pelo conceito e método.
| Foto:flickr.com |
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RTS - Como o Sr. define o papel das redes no desenvolvimento local?
Duarte - Rede para nós é a base de sustentação de um projeto de desenvolvimento local. Dito isto, podemos deduzir que sem redes não haverá desenvolvimento e se isto é uma verdade o papel das redes é então vital no desenvolvimento local. Do ponto de vista metodológico, há o momento no processo de desenvolvimento local em que sociedade civil, governos e empresas deverão formular, consentir e implementar um plano de desenvolvimento. Dito de outra forma... o caminho que leva à realização dos sonhos, do local melhor, do convívio melhor, da vida melhor. Mas antes disto, sociedade civil organizada em rede tem que adquirir a força política necessária para discutir, formular, consentir e implementar plano de desenvolvimento local no mesmo nível que governo e mercado.
Entendemos que esta força política da rede acontecerá quando a rede evidenciar a realização de projetos sociais, o conhecimento da localidade e a vontade incorruptível de querer mudar o local. Para a busca do conhecimento local, desenvolvemos métodos que facilitam o levantamento de dados técnicos dos diversos indicadores sociais e o diagnóstico participativo. Com estes três elementos, a rede está preparada para procurar o prefeito da sua cidade, por exemplo. Poderão sentar juntos, à mesa, para propor adesão a este propósito público.
Por Natália Gatto, especial para o "Notícias da Rede"
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1º Fórum Nacional da RTS – Tecnologia Social, uma nova cultura de participação para o desenvolvimento sustentável |
Realização: Rede de Tecnologia Social
Data: 5 a 8 de dezembro de 2006
Local: Hotel Fiesta e Centro de Convenções de Salvador/BA
Telefone: (61) 3217-6102
Email: forum@rts.org.br
Outras informações: www.rts.org.br |
V Expo Brasil Desenvolvimento Local |
Realização: Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits)
Data: 6 a 8 de dezembro de 2006
Local: Centro de Convenções de Salvador/BA
Telefone: (21) 2494-6164 e (21) 3153-8627
Email: expobrasil@rededlis.org.br
Outras informações: expo.rededlis.org.br |
X Colóquio Internacional sobre o Poder Local - “Desenvolvimento e Gestão Social de Territórios” |
Realização: Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento e Gestão Social (Ciags), Anpad e Anpur
Data: 11 a 13 de dezembro de 2006
Local: Salvador/BA
Telefone: (71) 3247-5477
Email: nepol@ufba.br
Outras informações: http://www.gestaosocial.org.br |
IV Conferência Interamericana sobre responsabilidade social empresarial – Um Bom Negócio para Todos |
Realização: Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Instituto Ethos e Federação das Indústrias do Estado da Bahia
Data: 10 a 12 de dezembro de 2006
Local: Salvador/BA
Email: nelid@iadb.org
Outras informações: www.csramericas.org ou www.iabd.org |
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