Brasília, 24 de novembro de 2006 - Ano 02 - Nº 16 
CONTEÚDO
Reaplicação
Mel da Amazônia garante renda para famílias
Parcerias
Entrevista - Emir Suaiden/Ibict
Artigo 
Algumas considerações sobre Tecnologia Social
Amazônia
Rede GTA lança Projeto de Certificação Socioparticipativa
Adesão 
Ministério da Integração Nacional adere à RTS
Calendário
Link Recomendado
 

Editorial

Prezado/a leitor/a

Nesta edição, destacamos a reaplicação da meliponicultura, uma tecnologia social que tem permitido o aumento da renda de famílias, na região amazônica. A produção de mel com abelhas sem ferrão está sendo apoiada pela Petrobras e pelo Sebrae, através de uma parceria com o Instituto Iraquara, no âmbito das ações da Rede de Tecnologia Social (RTS). Fundação Banco do Brasil (FBB), Articulação no Semi-árido Brasileiro (ASA) e ONG Amavida também estão unindo esforços na reaplicação da meliponicultura, no Estado do Maranhão.

Acreditamos que essas ações deverão se multiplicar após o 1º Fórum Nacional da RTS, que acontecerá em Salvador/BA, de 5 a 8 de dezembro. Será o final de um ciclo e, também, o início de uma nova fase. Pela primeira vez, iremos reunir as centenas de instituições que já aderiram à Rede. Juntos, vamos aprofundar o conceito de tecnologia social, sua relação com políticas públicas, com geração de trabalho e renda, além da própria dinâmica da RTS e estratégia para o próximo biênio. A programação do 1º Fórum Nacional da RTS está disponível no portal: www.rts.org.br.

Boa leitura!

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Reaplicação

Mel da Amazônia garante renda para famílias
Foto: Arquivo Iraquara  
 
Oliveira acompanha manejo de abelhas sem ferrão  

Neste final de semana, será realizada a Festa do Mel, no município de Barreirinha (Amazonas). Se depender dos benefícios que este produto está trazendo à região, eles terão muito a comemorar. Isso porque a prática da meliponicultura – manejo de abelhas sem ferrão – tem garantido renda em 11 cidades, no Estado. Recentemente, a reaplicação dessa tecnologia social recebeu um grande impulso graças à assinatura de um contrato firmado entre Instituto Iraquara, Petrobras e Sebrae.

Até julho de 2008, serão investidos R$ 628 mil em ações como: capacitação para atividades de manejo, transferência de colônias de abelhas, ampliação dos meliponários, assistência técnica e reprodução das colônias. “O projeto tem o objetivo de promover trabalho, reforço alimentar e renda para as populações tradicionais da Amazônia, por meio da criação, produção e comercialização de mel de abelhas indígenas sem ferrão”, explica Fernando Oliveira, diretor executivo do Instituto Iraquara.

Um dos grandes desafios é garantir a venda do mel produzido na região. A fim de alcançar esse objetivo, o projeto prevê a construção de um entreposto para o beneficiamento e comercialização do produto, garantindo um mercado formal. “Esta é uma iniciativa inédita, no planeta. Não há, em nenhum país, experiência semelhante”, ressalta Oliveira. A aprovação do entreposto já está sendo articulada junto ao Ministério da Agricultura. Para viabilizar sua construção, será preciso obedecer todas as normas legais apresentadas pelo governo.

O projeto atual permitirá a entrada de mais 75 famílias na atividade de meliponicultura. Essas pessoas receberão a assistência técnica do Instituto Iraquara, para que sejam cumpridas as etapas planejadas. A prática de manejo é bem simples e exige pouco tempo: apenas oito horas por semana, para um trabalho com 50 colméias. A atividade não tem grande interferência na rotina das famílias.

A autogestão das comunidades da cadeia produtiva do mel será fortalecida por cursos de capacitação coordenados pelo Sebrae. Ao todo serão 40 horas/aula. “Realizaremos curso em associativismo e liderança. Também vamos abordar o tema do custo de uma produção, e conversaremos sobre o trabalho rural, que tem seu custo e exige dedicação”, explica Daniel Azevedo da Silva, gestor do Sebrae no Estado do Amazonas. Ele lembra a importância da ação coletiva: “Nossa expectativa é fazer com que as pessoas percebam que, quando trabalhamos em grupo, temos condições de gerar pontos positivos. Alcançamos conquistas maiores do que atuando isoladamente”.

De forma semelhante pensa o coordenador de tecnologias sociais da Petrobras, Lenart Nascimento. Ele destaca a importância da parceria entre as instituições, na reaplicação da meliponicultura: “Esse projeto complementa uma expertise do Instituto Iraquara que é ensinar o manejo. Além do investimento financeiro da Petrobras, o Sebrae entra com sua experiência em construir cooperativas e fornecer cursos de gestão. Unir esses esforços é fundamental para o sucesso das ações. Estamos prevendo, inclusive, a formação de uma cooperativa para gerir o entreposto de comercialização.

 
Foto: Arquivo Petrobras
 
 
A pratica da meliponicultura gera renda para a população local
HISTÓRICO - Há seis anos, o Instituto Iraquara trabalha com meliponicultura, no Estado do Amazonas. A parceria com a Petrobras teve início em 2004, por meio do Programa Fome Zero. “Durante o processo de avaliação do projeto, percebemos o potencial dessa metodologia, que previa a apropriação do conhecimento por parte das comunidades. Essa percepção começou a ser confirmada a partir dos primeiros relatórios, e foi consagrada por uma visita de avaliação da Petrobras feita em Boa Vista do Ramos”, explica Nascimento.

Com a adesão do Instituto Iraquara à Rede de Tecnologia Social (RTS), foi possível estabelecer uma parceria com o Sebrae, sobretudo na área de capacitação. A cada ano, as atividades se expandem pelos municípios. Atualmente, há trabalhos em São Sebastião do Uatumã, Urucatá, Nhamundá, Parintins, Barreirinha, Anorí, Berurí, Codajás, Silves, Itapiranga e Urucurituba. Ao todo, 309 famílias manejam 1,8 mil colônias de abelhas, em 35 comunidades.

Atualmente, o Instituto Iraquara desenvolve suas atividades em parceria com as seguintes instituições: Rede de Tecnologia Social, Petrobras, Sebrae, Fundação Avina e Fundação Daniel Dazcal.

As tabelas a seguir mostram números gerais do Instituto Iraquara:

Resumo Executivo do Iraquara

Municípios

Nº Comunidades

Nº Famílias

Nº Colônias atuais

Barreirinha

1

51

353

Parintins

1

26

105

Nhamundá

5

46

202

Urucará

9

51

679

S. S. Uatumã

1

23

90

Urucurituba

1

41

208

Anorí

5

15

30

Berurí

3

15

30

Codajás

3

15

30

Silves

3

13

53

Itapiranga

3

13

56

11

35

309

1.836


Previsão de produção de mel para a safra de 2008

Número

Com o quê

15.000

Quilos de mel

7.500

Colméias sendo manejadas

309

Famílias meliponicultoras

225.000,00

Faturamento bruto


Metas previstas com a utilização de recursos do Programa Petrobras Fome Zero e do contrato firmado no âmbito da RTS

Outras informações
Site: www.institutoiraquara.org.br
Fone: (92) 3624-9828 ou 9136-8009
E.mail: fernando@institutoiraquara.org.br

Por Michelle Lopes - Assessoria de Comunicaçao da RTS

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Parcerias

Entrevista - Emir Suaiden

 
Foto: Cláudia Mohn
 
 
Dr. Emir Suaiden

Desde o mês de julho, o Portal da Rede de Tecnologia Social (RTS) é hospedado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Na visão de Emir Suaiden, diretor do Ibict, essa parceria com a RTS é de extrema importância.

Na entrevista a seguir, Suaiden fala sobre a importância das Tecnologias Sociais e do trabalho que está sendo desenvolvido no Ibict para a criação de um programa de inclusão digital visando à inclusão social.



RTS - Em sua opinião, como está o processo de inclusão social no Brasil?
Emir Suaiden - Nos últimos tempos, presenciamos três grandes revoluções mundiais que foram a sociedade da informação, a revolução tecnológica e a globalização. Elas provocaram, na área de ciência e tecnologia, o rompimento de muitos paradigmas e o aparecimento de novos, que até então não existiam. Os três fatos são marcantes e acabaram por promover negativamente a dependência de países em desenvolvimento por países mais adiantados. Isso gerou um custo social muito amplo. Até hoje, calcula-se que apenas 20% da população brasileira estão incluídas na sociedade da informação. Ou seja, a maioria das pessoas sofre com o problema da exclusão sem que sequer saibam que são excluídas.

RTS - E como esse quadro poderia melhorar?
Emir Suaiden - O grande desafio é encontrar alternativas que possam incluir, em uma sociedade da informação, essas pessoas marginalizadas, sem perspectivas. Porém, para que isso seja possível, é necessário que se tenha um aparato tecnológico disponível e, além disso, cursos de capacitação porque é preciso ensinar as pessoas a utilizarem os recursos que receberam.

O que falta, no meu ponto de vista, é uma política de inclusão social. Não é somente ressaltar a importância da temática. Isso tem que estar nos planos governamentais e principalmente no orçamento. Não pode haver um discurso opaco. À medida que o governo federal investe, os estados e municípios passam a investir os recursos de forma adequada.

RTS - Qual o papel do Ibict nesse contexto?
Emir Suaiden - A vocação do Ibict é a questão da informação. Desde a sua criação, o armazenamento até a sua disseminação. É o que fazem os telecentros, que são locais de informação. É aonde as pessoas vão em busca de dados para melhorarem seu desempenho educacional, social e cultural. Estamos em busca de um diagnóstico da situação atual da inclusão social no Brasil. Um benchmarking está sendo feito para saber o que está funcionando e o que não está. A inclusão fortalece o nosso país e, por isso, estamos empenhados em fazer um trabalho de qualidade que atinja toda a população.

RTS - E qual a importância das Tecnologias Sociais (TSs) no processo de inclusão?
Emir Suaiden - Foi em boa hora que surgiu a questão das Tecnologias Sociais. Observa-se que hoje existe uma prioridade a respeito do assunto e várias entidades já estão trabalhando para promover a inclusão social. Eu vejo extrema importância na questão das Tecnologias Sociais, porque talvez seja hoje o mecanismo mais efetivo de inclusão. Quando se pensa na inclusão, é preciso pensar nas zonas urbanas, nas zonas suburbanas e, principalmente, nas zonas rurais, onde a exclusão é ainda muito maior. As Tecnologias Sociais têm que chegar até o campo. Parte dos problemas que temos hoje diz respeito à reforma agrária. As pessoas ainda preferem vir para a zona urbana. Tem que haver um investimento em tecnologias para tentar fazer com que as pessoas permaneçam no campo. Mas, para que elas permaneçam, é preciso que existam boas condições de vida.

RTS - Como o Ibict percebe o trabalho da Rede de Tecnologia Social?
Emir Suaiden - No momento em que o Ibict está em fase de criação de um programa digital para a inclusão social, a parceria com a RTS é de uma importância muito grande para o Instituto. Atualmente, estamos trabalhando no mapa da inclusão social e nos telecentros - com o fornecimento de capacitação e, às vezes, de equipamentos. É preciso que as pessoas tenham consciência de que a Rede de Tecnologia Social pode mudar esse panorama do subdesenvolvimento brasileiro.


Por Cláudia Mohn - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)

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Artigo

Algumas considerações sobre Tecnologia Social

Foto: Arquivo Ipso  
 
Carlos Seabra  

Toda Tecnologia Social deve ser planejada para combater algum problema que afete os indicadores do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que mede a qualidade de vida da população a partir dos eixos de educação, expectativa de vida e renda. Ao par disso, o ideal é que as Tecnologias Sociais tenham os seguintes componentes: a) participação da comunidade, b) organização social, c) baixo custo, d) sistematização, e) reaplicabilidade, f) acompanhamento e g) avaliação...

Por Carlos Seabra - Diretor de tecnologia e projetos do Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos (Ipso), instituição integrante da RTS.

Clique aqui para ler a íntegra do artigo.

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Amazônia



Rede GTA lança Projeto de Certificação Socioparticipativa


 

O Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) lançou, dia 8 de novembro, o projeto Certificação Socioparticipativa - ou, mais detalhadamente, "Valorização da Produção Familiar Agroextrativista para o Manejo Sustentável dos Recursos Naturais e a Inclusão Social de Populações Tradicionais da Amazônia". Trata-se de uma proposta da Rede GTA no contexto da Rede de Tecnologia Social (RTS), com apoio da Petrobras e Fundação Banco do Brasil. O objetivo é montar uma Rede de Certificação Socioambiental, inicialmente em oito dos 18 regionais da Rede GTA distribuídos nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Pará e Maranhão.

O foco é a agregação de valor a produtos do agroextrativismo familiar, envolvendo inicialmente 40 famílias em cada regional, utilizando uma metodologia participativa de certificação existente com sucesso em outros lugares do país. Por exemplo, a ACS, no Acre e Rondônia; e a Ecovida, no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Dessa forma, o agroextrativismo pode se adequar ao crescente mercado de produtos orgânicos.

Com execução prevista para 15 meses, o projeto deverá promover a inclusão social direta de 320 famílias de produtores/as, com a dinamização de cadeias produtivas através da organização da produção e aperfeiçoamento técnico das práticas de manejo, com conseqüente valorização comercial.

As cadeias produtivas envolvidas são: açaí, castanha do Brasil, azeite de babaçu, óleo de andiroba e artesanato extrativista (fibras e semente naturais).

Outras informações
E.mail: gtanacional@gta.org.br
Fone: (61) 3346-7048
Fonte: www.gta.org.br
 

Adesão


Ministério da Integração Nacional adere à RTS

 
O Ministério da Integração Nacional (MI) é o mais recente mantenedor da Rede de Tecnologia Social. A adesão à Rede foi anunciada pela secretária executiva, Silvana Parente, em audiência com integrantes da RTS. "Temos todo o interesse em participar da Rede, pois o foco e os territórios coincidem com nossa atuação. Promover a geração de trabalho e renda também é a nossa prioridade", explicou.

Participaram da reunião representantes do MI, Caixa, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Fundação Banco do Brasil (FBB) e Secretaria Executiva da RTS. Na ocasião, houve grande troca de informações. A secretária executiva da RTS, Larissa Barros, apresentou um breve histórico da Rede: "Estamos num momento importante, devido aos preparativos para o Fórum Nacional. Cada vez mais, as pessoas estão se identificando com o conceito de tecnologia social. Muitos acabam percebendo que já trabalham com TS. A Rede se propõe a ser um instrumento para essa descoberta", disse.

Já a secretária Silvana destacou que o Ministério tem uma política nacional de desenvolvimento regional, reconhecendo as diferentes realidades. O Ministério da Integração Nacional já faz parte de um dos principais projetos apoiados pela RTS devido à parceria que possui com a FBB e o Sebrae na reaplicação da Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais). A tecnologia social é empregada no Projeto "Unidades Familiares de Produção Agrícola Sustentável - UFPAS", em fase de implantação no Semi-Árido, além do Mato Grosso do Sul e Goiás.

Durante a reunião, diversas perguntas foram feitas, com predominância nos seguintes temas: a lógica de trabalho da RTS e a independência das instituições; capilaridade da Rede e interlocução com as bases sociais; modalidades de adesão e banco de dados sobre tecnologias sociais.

De acordo com Silvana Parente, as ações do Ministério no âmbito da RTS serão registradas no Plano de Trabalho do órgão e, posteriormente, em uma política institucionalizada do Ministério. Ao final, a secretária executiva do MI lançou propostas para médio prazo: "Também podemos difundir a RTS por meio dos canais do Ministério. Devemos, ainda, reaplicar tecnologias sociais no próximo ano. Na região Norte, por exemplo, precisamos estimular projetos de certificação".

Para outras informações, acesse: www.integracao.gov.br.

Por Michelle Lopes - Assessoria de Comunicação da RTS
Calendário

 

Curso de Captação e Manejo de Água de Chuva no Semi-Árido

Realização: ABCMAC
Data: 27 de novembro a 4 de dezembro de 2006
Local: IRPAA - Vargem da Cruz, Juazeiro - BA
Telefone: (87)3861-9317
Email: abcmac@abcmac.org.br
Outras informações: www.abcmac.org.br

1º Fórum Nacional da RTS – Tecnologia Social, uma nova cultura de participação para o desenvolvimento sustentável

Realização: Rede de Tecnologia Social
Data: 5 a 8 de dezembro de 2006
Local: Hotel Fiesta e Centro de Convenções de Salvador/BA
Telefone: (61) 3217-6102
Email: forum@rts.org.br
Outras informações: www.rts.org.br

V Expo Brasil Desenvolvimento Local

Realização: Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits)
Data: 6 a 8 de dezembro de 2006
Local: Centro de Convenções de Salvador/BA
Telefone: (21) 2494-6164 e (21) 3153-8627
Email: expobrasil@rededlis.org.br
Outras informações: expo.rededlis.org

X Colóquio Internacional sobre o Poder Local - “Desenvolvimento e Gestão Social de Territórios”

Realização: Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento e Gestão Social (Ciags), Anpad e Anpur
Data: 11 a 13 de dezembro de 2006
Local: Salvador/BA
Telefone: (71) 3247-5477
Email: nepol@ufba.br
Outras informações: www.gestaosocial.org.br

 
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Link recomendado

Rede Social – Senac São Paulo
www.sp.senac.br/redesocial

A Rede Social Senac São Paulo promove a articulação e integração de ONGs por localidades geográficas. O objetivo desta metodologia é otimizar recursos, conjugar esforços e favorecer o intercâmbio de experiências para o crescimento comum. São cerca de 700 organizações trabalhando em rede e mais de 70 projetos em andamento.
O modelo de organização, apresentado pelo Senac, está ancorado em princípios de igualdade, democracia, cooperação e construção coletiva, a fim de contribuir com a transformação social.
A Rede Social desenvolve uma série de atividades: anima reuniões e fóruns locais e temáticos, identifica os atores sociais participantes, media a discussão e evidencia as propostas, busca a composição em torno de novos compromissos e objetivos comuns, planeja e discute as responsabilidades de cada membro, assessora a implementação de ações para melhoria da qualidade de vida, contribui para garantir o conceito, princípios e valores, registra e disponibiliza todo o histórico e produção do conhecimento em rede.

Outras informações
Rua Dr. Vila Nova, 228 - 6º andar - sala 605
Vila Buarque - São Paulo - SP - CEP: 01222-903
Telefone: (11) 3236-7535
Fax: (11) 3236-2429
Email: redesocial@sp.senac.br

 

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NOTÍCIAS DA REDE é o informativo eletrônico da Rede de Tecnologia Social (RTS) que reúne, organiza, articula e integra um conjunto de instituições, com o propósito de promover o desenvolvimento sustentável, mediante a difusão e a reaplicação em escala de tecnologias sociais.

Para entrar em contato ou assinar este informativo, envie nome completo, e-mail e nome da instituição a qual pertence para o e-mail: noticiasdarede@rts.org.br.

Caso queira deixar de recebê-lo, basta responder este mail, com o título CANCELAR.

Outras informações:
Secretaria Executiva da RTS
Telefone: (61) 3217-6102

Expediente
Rede de Tecnologia Social (RTS)

Secretária Executiva: Larissa Barros
Analista Técnica: Geralda Alves Pereira
Jornalista Responsável pela RTS: Michelle Lopes - RP 4825-DF
Assistente Administrativo: Francisco de Assis Vieira


Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)

Diretor: Emir José Suaiden
Coordenador-Geral Administração: Dalton Rosa de Freitas
Coordenador-Geral Informação Tecnológica: Cecília Oliveira Leite
Desenvolvimento Web: Marcos Sigismundo da Silva
Analista de Sistemas: Simone Brasil Buchhorn
Analista de Informação: Gabriela Duarte
Jornalista Responsável pelo Ibict: Cláudia Mohn


Comitê Coordenador da RTS

· Caixa Econômica Federal (Caixa)
· Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)
· Fundação Banco do Brasil (FBB)
· Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)
· Ministério da Integração Nacional (MI)
· Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
· Petrobras
· Sebrae
· Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA)
· Associação Brasileira de Organizações Não-governamentais (Abong)
· Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras
· Grupo de Trabalho Amazônico (GTA)
· Instituto Ethos
· Subsecretaria de Comunicação Institucional da Secretaria-Geral da Presidência da República


Projeto Gráfico: Mário Fiorese