Prezado/a leitor/a,
Esta ediçao destaca um encontro que reuniu conceitos teóricos,
experiencias práticas e depoimentos pessoais: o Seminário
"Tecnologias Sociais e Desenvolvimento", realizado pela Secretaria
de Estado de Ciencia e Tecnologia de Goiás (Sectec), em
parceria com a Unidade de Capacitaçao para Inovaçao
Tecnológica da ABIPTI, entre os dias 10 e 12 de abril, em Goiânia/GO.
Destinado a gestores/as municipais que atuam na área de ciencia
e tecnologia, o evento teve o objetivo de qualificar e aperfeiçoar
membros das administraçoes municipais para identificarem
e apoiarem açoes de reaplicaçao de Tecnologias
Sociais, fortalecendo o processo de desenvolvimento local. Integrantes
da RTS participaram do Seminário, como palestrantes, o que nos
permitiu trocar informaçoes, idéias e experiencias.
Apesar de vivermos em uma sociedade com aspectos "virtuais",
devido a Internet e outros recursos de comunicaçao,
o contato pessoal ainda é insubstituível. Essa é
a principal riqueza desses encontros. Por isso mesmo, é importante
conhecermos, de perto, as instituiçoes que integram a
RTS. Nesta segunda-feira, por exemplo, estamos de malas prontas para
voar rumo a Belém/PA. É lá que ocorrerá
a Oficina Regional da RTS - Amazônia Legal, dias 24 e 25 de abril.
Até a volta e boa leitura!
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Seminário "Tecnologias Sociais e Desenvolvimento"
A descoberta de um mundo de possibilidades chamado Tecnologia Social.
Foi diante desse panorama que os/as participantes do Seminário
"Tecnologias Sociais e Desenvolvimento", perceberam que muito
já está sendo feito em seus municípios em prol
do desenvolvimento local e, principalmente, que muito ainda está
por fazer no sentido de aproximar a tecnologia da resoluçao
de problemas simples, de pessoas comuns.
Mostrar a uniao entre desenvolvimento local e Tecnologia Social
foi a proposta do evento que ocorreu no Centro de Treinamento da Agencia
Rural - Centrar - em Goiânia/GO, entre os dias 10 e 12 de abril.
O Seminário foi realizado no âmbito do Programa de Transposiçao
do Conhecimento, pela ABIPTI com recursos da Secretaria de Inclusao
Social do Ministério da Ciencia e Tecnologia e pela Secretaria
de Ciencia e Tecnologia do Estado de Goiás (Sectec), com
apoio do CNPq, Finep, MCT, RTS e Sebrae.
Os/as participantes, cerca de 30, eram gestores/as públicos e
secretários/as de várias pastas estaduais e municipais.
"O Estado de Goiás tem uma particularidade em relaçao
aos demais, por ter uma secretaria estadual de C&T; que estimulou
que os municípios começassem a pensar na questao,
o que terminou gerando alguns frutos. Entao, onze dos 246 municípios
criaram secretarias de C&T; municipais ou introduziram o tema em
outras secretarias já existentes", explica Larissa Barros,
secretária executiva da Rede de Tecnologia Social (RTS).

Seminário
"Tecnologias Sociais e Desenvolvimento" |
|
A
RTS foi a responsável por ajudar a formatar o evento, que contou
com palestras e apresentaçao de experiencias em
sua programaçao. A opçao foi por temas que
introduzissem o conceito de TS e mostrassem como ela pode ser uma alternativa
viável para um desenvolvimento inclusivo.
A idéia de promover o Seminário surgiu a partir de discussoes
da Sectec com prefeituras do interior sobre a criaçao
de secretarias municipais de C&T.; "Mas houve dificuldade em
definir quais açoes seriam desenvolvidas e, a partir do
meu trabalho na superintendencia e de contatos com a ABIPTI, chegamos
a conclusao de que a melhor açao poderia
envolver as Tecnologias Sociais", afirma o professor Marcos Elias
Moreira, superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico
e Estudos Climatológicos da Sectec.
O apoio do secretário de C&T; de Goiás, professor e
doutor José Clecildo Barreto Bezerra, veio em seguida. Para ele,
é importante conseguir inserir no parque tecnológico-científico,
principalmente de Goiânia, o espírito para o desenvolvimento
de Tecnologias Sociais. "Queremos estimular pesquisadores, açoes
e jovens estudantes a trabalharem em alguma questao da tecnologia
ou da pesquisa que possa trazer uma benfeitoria na melhoria da qualidade
de vida das pessoas", afirma.
A iniciativa do poder público de abrir a discussao sobre
Tecnologia Social no âmbito de uma secretaria estadual de C&T;
foi, para muitos, simbólica e apontou para um caminho que pode
levar a formulaçao de políticas públicas
capazes de transformar a vida da populaçao do Estado de
Goiás.
"Vi como muito positiva a capacidade que o Seminário teve
de aglutinar vários municípios que já tem
alguma atividade nesse sentido e de apresentar a RTS, que vai ser um
Norte, um divulgador para as pessoas interessadas no tema. Agora, o
grande desafio é tornar isso uma política de Estado e
contaminar os municípios, no sentido positivo, na agenda de Tecnologia
Social", afirmou Fabrízio de Almeida Ribeiro, servidor da
Sectec.
| Resumo
das Palestras |
Tecnologia
Social: evoluçao do conceito
Flávio Cruvinel (CNPq)
A
palestra foi iniciada pelo histórico do conceito de Tecnologia
Social a partir da visao indiana, representada pela forma
de trabalhar de Mahatma Gandhi. O líder é tido
como o "primeiro tecnólogo apropriado ou tecnologista
social", segundo Cruvinel. Em seguida, ele apontou como
os conceitos de TS e de Tecnologia Apropriada se desenvolveram
no Ocidente e no Brasil, mais especificamente. "A intençao
da minha palestra foi dar essa base histórica e conceitual.
A importância do curso é exatamente poder difundir
o conceito e, com isso, possibilitar o crescimento de trabalhos
que envolvam as Tecnologias Sociais", afirmou.
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Tecnologia
Social e suas relaçoes socioeconômicas
Rodrigo Fonseca (Finep)
O
palestrante fez a conexao entre o conceito de Tecnologia
Social e como ele pode apoiar os gestores públicos de
C&T; na sua açao diária e na proposiçao
de políticas públicas associadas a um novo modelo
de desenvolvimento - mais inclusivo e capaz de propiciar, as
prefeituras e a secretaria estadual de C&T;, um modo
de trabalhar para a inclusao social. "Discutimos
desenvolvimento, tecnologia propriamente e tecnologia social.
Organizamos tudo dentro da idéia de que é possível
construir uma outra abordagem para o desenvolvimento e para
as políticas públicas de C&T;, mesmo nos municípios
e no Estado", resumiu Rodrigo.
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Desenvolvimento
Local e Tecnologia Social
Juarez de Paula (Sebrae)
Com
uma palestra interativa e instigante, Juarez de Paula conseguiu
fazer com que as pessoas compreendessem o significado do desenvolvimento
local e a responsabilidade de cada um na melhoria do seu território,
seja ele qual for. Com vídeos que apresentavam casos
da atuaçao do Sebrae na área, Juarez mostrou
como algumas comunidades e seus moradores podem criar uma nova
realidade a partir da identificaçao e do desenvolvimento
das potencialidades locais. A força do exemplo foi tamanha
que, divididos em grupos que tinham como objetivo responder
como as "Tecnologias Sociais podem atuar no Desenvolvimento
Local", os/as participantes expuseram dezenas de idéias
que propunham solucionar problemas vividos por seus municípios,
trocaram experiencias e tomaram a decisao de transformar
as palavras em açao.
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Rede
de Tecnologia Social
Larissa Barros (RTS)
A
secretária executiva da RTS apresentou a Rede, seu conceito,
público, propósito, missao e outros aspectos,
mostrando exemplos práticos de tecnologias que estao
sendo reaplicadas no âmbito das atividades da Rede, nas
áreas priorizadas no primeiro bienio de seu funcionamento.
Para ela, o papel fundamental da Rede é divulgar as açoes
que estao sendo realizadas no Brasil e apresentá-la
como um espaço de busca de soluçoes, de
divulgaçao e disseminaçao do conhecimento
existente. Ela alertou para o fato de que várias organizaçoes
já estao desenvolvendo ou reaplicando TS, mesmo
sem saber. "Entao, quando a gente traz o conceito,
as pessoas começam a se identificar com ele, descobrem
que estao atuando na área e se sentem incluídas
no processo, passando a contribuir com o fortalecimento da Rede",
disse.
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Apresentaçao
de Experiencias
André Jaeger Soares (Ipec)
Soares fez um histórico do Instituto de Permacultura
e Ecovilas do Cerrado (Ipec), fundado em 1999, na cidade de
Pirenópolis/GO. Como uma entidade localizada no Estado
em que se realizou o Seminário, ele mostrou que é
possível implantar projetos e idéias que contribuam
com o desenvolvimento sustentável do Cerrado brasileiro.
No entanto, fez questao de dizer que questiona o conceito
de sustentabilidade lançado na Rio 92. Segundo ele, na
época a palavra foi definida erradamente como um princípio.
"Uma coisa sustentável é cientificamente
calculável", afirmou. André apresentou vídeos
sobre as atividades do Ipec no Brasil e no mundo. O Instituto
recebe estudantes de diversas nacionalidades e tem convenios
e projetos com universidades estrangeiras. O Econcentro Ipec
é responsável por desenvolver e adaptar soluçoes
para os problemas contemporâneos dentro dos moldes da
permacultura, uma metodologia de design de comunidades sustentáveis.
Outras informaçoes: www.ecocentro.org.
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Eurípedes
Custódio Borges, "Zezinho"
Um
testemunho emocionado e emocionante de um homem simples, obstinado
e perseverante. Foi isso que Eurípedes Custódio
apresentou ao público. "Zezinho", o pedreiro
que chegou a prefeito (exercendo dois mandatos) de uma pequena
cidade de Goiás, Palminópolis, entrou na mídia,
fez história e ganhou o título de Prefeito Empreendedor,
conferido pelo Sebrae.
A
luta pela melhoria da qualidade de vida dos/as moradores/as
de Palminópolis, que ficou conhecida como "cidade
empreendedora", fez Zezinho acreditar em idéias
e sonhos que mais pareciam devaneios. Ele os realizou. Mas nao
esqueceu de falar também dos obstáculos e fracassos
e de como os transpôs. Palminópolis tinha um dos
mais baixos IDH de Goiás. Por isso, a primeira açao
do entao prefeito foi criar a Casa de Alimentaçao,
que servia duas refeiçoes diárias a crianças,
adolescentes e gestantes, gratuitamente. Ao fim de oito anos,
caiu para zero o índice de desnutriçao
na cidade. Programas de melhoria na saúde pública
fizeram com que, de 1997 a 2004, nao houvesse nenhum
registro de óbito por causas evitáveis em crianças
de até dois anos. Colocar todas as crianças na
escola foi outra meta alcançada. Zezinho chegou a ir
buscar estudantes em casa para assistir as aulas. A prefeitura
foi responsável também pela criaçao
do Programa Teto para Todos, pelo incentivo ao cooperativismo
e pela criaçao de um pólo orgânico.
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Depoimentos de participantes
. Cátia Caixeta Gomes Costa
Secretária de Educaçao de Pirenópolis/GO
O Seminário foi uma iniciativa excelente. Eu precisava ter
um pouco mais de informaçao sobre as Tecnologias Sociais.
É bom participar, ouvir a opiniao de pessoas do meio.
Isso dá mais clareza ao assunto. Eu tinha muita curiosidade
em saber o que se passa nas outras cidades em relaçao
as TSs, o que tem sido desenvolvido e no que a educaçao
pode contribuir com isso, já que Pirenópolis nao
é diferente das outras realidades. Lá também
nós precisamos desenvolver tecnologias para atender a comunidade.
. Marivone Moreira dos Santos
Professora da Faculdade de Filosofia e Ciencias Humanas de
Goiatuba - FESG/FAFICH
A questao da Tecnologia Social e do desenvolvimento,
no foco da academia, é que nós podemos integrar a educaçao
com a extensao e levar esse desenvolvimento para toda a comunidade,
conseguindo inteirar conhecimento, tecnologia e difusao. O
município de Goiatuba, por exemplo, tem uma carencia
muito grande de aplicaçao de TS e esse conhecimento
que adquiri aqui vai ser levado para lá. O evento dá
o pontapé para divulgarmos algumas Tecnologias Sociais. Para
mim, valeu a pena demais.
. Martha Brandao
Professora da Fundaçao Integrada de Ensino Superior
- FIMES
Nós viemos representando a Fundaçao
Integrada Municipal de Ensino Superior da cidade de Mineiros, pensando
na importância da aplicaçao do que nós
temos na área da educaçao. Minhas expectativas
foram superadas aqui porque a gente percebe que a tecnologia está
bem próxima. Entao, é interessante ver que todos
nós, das diversas profissoes, temos que estar integrados
para poder realizar um trabalho de qualidade.
. Ricardo Jerônimo Nunes da Costa
Coordenador de Telecentro em Bonfinópolis/GO
Pude conhecer a RTS, fazer essa ligaçao entre
TS e desenvolvimento local. Com os novos conhecimentos, vai ser possível
trabalhar juntamente com o poder público, o GT Comunitário
e as associaçoes para fazer um elo entre desenvolvimento
local e Tecnologia Social. O mais positivo para mim foi a questao
da troca de experiencias.
. Fabrízio de Almeida Ribeiro
Funcionário Público / SECTEC-GO
A introduçao da discussao sobre Tecnologias
Sociais de certa forma é recente. A secretaria também
é recente e vinha reproduzindo um conceito de ciencia
e tecnologia convencional, que nao estava respondendo as
questoes e demandas regionais. Agora, essa discussao
de TS é uma porta para se abrir um desenvolvimento local valorizando
a potencialidade dos municípios. O grande desafio é
quebrar a barreira entre as tecnologias social e convencional.
Por Waleska Barbosa - Associaçao Brasileira das
Instituiçoes de Pesquisa Tecnológica (ABIPTI).
Fotos: Flávio Cruvinel, Maria Izabel Motta e Waleska Barbosa
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Comite Coordenador faz Reuniao Mensal
No dia 18 de abril, o Comite Coordenador da RTS realizou sua terceira
reuniao, em 2006. Dentre os assuntos discutidos, destacam-se:
. as Oficinas sobre "Mídia e Tecnologia
Social", que estao ocorrendo em diversas capitais do país,
a partir de uma iniciativa da FBB e Petrobras, em parceria com a Rede
Andi;
. as Oficinas Regionais da RTS, que serao realizadas
em Belém/PA (25 e 26 de abril) e Recife/PE (11 e 12 de maio);
e
. Tecnologias Sociais que estao sendo reaplicadas
e outras previstas para serem reaplicadas ainda em 2006.
O debate sobre a reaplicaçao e difusao de TS teve
grande importância, principalmente nesse mes, quando a Rede
completa um ano de existencia. A data do lançamento - 14
de abril - foi lembrada pelos/as participantes: "Após meses
de caminhada, a presença, nesta reuniao, de todas as 13
instituiçoes que coordenam a Rede tem uma força
simbólica muito grande", avaliou a secretária executiva
da RTS, Larissa Barros. A próxima reuniao do Comite
Coordenador será realizada dia 16 de maio, no Rio de Janeiro/RJ.
Programa de TV aborda Tecnologias
Sociais
No próximo sábado, 29 de abril, o programa de televisao
Mobilizaçao Brasil terá, como tema, a Rede de Tecnologia
Social (RTS) e a prática da meliponicultura, que consiste no
manejo de abelhas indígenas sem ferrao. Além de
matérias sobre o assunto, o jornalista e apresentador do programa,
Marco Piva, conversará com a secretária executiva da RTS,
Larissa Barros; e com o coordenador de Tecnologias Sociais da Petrobras,
Lenart Nascimento.
O Mobilizaçao Brasil, realizado em parceria pela TVE/Brasil
e a Fundaçao Banco do Brasil, apresenta a cada programa
uma experiencia original que garante educaçao, renda,
trabalho e melhoria da qualidade de vida de diversas comunidades. A
série é exibida todos os sábados, a partir das
8h da manha, pela TVE, TV Cultura e demais emissoras públicas
do país.
Para outras informaçoes, acesse: www.fbb.org.br.
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O Portal Nacional de Tecnologia Assistiva, construído
de acordo com as normas de acessibilidade do Governo Federal,
foi criado para reunir e compartilhar informaçoes
e conhecimentos sobre Tecnologia Assistiva. O projeto
é realizado pela Secretaria de Ciencia e
Tecnologia para a Inclusao Social (Secis), do Ministério
da Ciencia e Tecnologia (MCT), em parceria com o
Instituto de Tecnologia Social (ITS).
O Portal está sendo implementado por etapas, onde
o enfoque principal da primeira fase é a divulgaçao
dos resultados da Pesquisa Nacional de Tecnologia Assistiva.
O objetivo do levantamento é mapear e caracterizar
as instituiçoes brasileiras que produzem
TA para a inclusao social de pessoas com deficiencia
e/ou idosos, um público que representa 24,6 milhoes
da populaçao nacional, segundo o IBGE.
A pesquisa também tem como meta conhecer as competencias
do Brasil na área, possibilitando o intercâmbio
de informaçoes entre instituiçoes,
empresas e usuários/as. Ainda é possível
participar, preenchendo o questionário disponível
no Portal.
O Portal Nacional de Tecnologia Assistiva dispoe
dos seguintes aplicativos (alguns ainda em construçao):
. Banco de dados da pesquisa nacional
sobre instituiçoes que desenvolvem estudos
e pesquisas em Tecnologia Assistiva, continuamente atualizado;
. Cruzamento de dados;
. Jornal eletrônico que permitirá
a inserçao de notícias no Portal;
. Cadastro de usuário;
. Banco de dados de produtos e serviços
estruturado no formato de um Catálogo de Ajudas
Técnicas;
. Sistema interativo de comentários;
. Fórum de demandas;
. Agenda de eventos;
. Biblioteca de artigos e publicaçoes
de assuntos relacionados a Tecnologia Assistiva;
. Legislaçao e Normas específicas
as pessoas com deficiencia;
. Dados Nacionais - ambiente para publicaçao
de dados nacionais referentes a Tecnologia Assistiva;
. Gravaçao de voz para registro
de experiencias de pessoas com deficiencia
visual.
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